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O sonho de Hitler ao virar da esquina

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Onde é que está a fronteira? A partir de que longitude médica a intervenção genética deixa de ser moralmente aceitável? Eu sei que, neste momento histórico, é difícil sair das questões do poder e entrar na esfera deste biopoder, mas há que atravessar a fronteira porque é cada vez mais evidente que a genética será como a tecnologia nuclear, bênção e maldição, paraíso e inferno, génesis e apocalipse.

Ainda vamos ver muitos cientistas ligados à genética a sentir o mesmo que Einstein sentiu em relação à divisão do átomo. Olhe-se, por exemplo, para Jennifer Doudna, líder da tecnologia conhecida por CRISPR. Se o CERN está a tentar recriar o Sol, o CRISPR está a recriar o génesis, isto é, a criação de vida. Na prática, permite reescrever o código genético da mesma forma que um programador reescreve um código informático.

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