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Privatizar a Caixa não é economia, é decência

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Do pé para a mão, a Caixa Geral de Depósitos retirou 4 mil milhões aos contribuintes. Estes 4 mil milhões euros apareceram aos olhos do público através do eufemismo “aumento de capital”, mas na verdade constituem um resgate idêntico aos resgates dos bancos privados. Mas ninguém diz nada. Os geringonços dizem que a falência de bancos privados é sempre um “crime” e gritam “nem mais um tostão para a banca”, mas aplaudem todo e qualquer resgate do banco estatal.

É crime salvar o BCP, mas é patriótico salvar a Caixa. A direita portuguesa, por sua vez, revela pela enésima vez a sua natureza cobarde. Desta forma, ninguém questiona a Caixa que vive de imparidade em imparidade, que não dá retorno desde 2007, que só não abre falência porque é do Estado, porque eu tenho de a suportar mesmo quando há ali um lastro de incompetência e nepotismo. Armando Vara é só o exemplo mais cara-de-pau desta realidade.

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