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Enke e a depressão

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Gerard Depardieu, enfant terrible do cinema francês, abandonou a pátria e assentou praça fiscal em Moscovo. Eric Cantona, enfant terrible do futebol francês, escolheu Lisboa para semelhante deserção. “Sinto-me vivo em Lisboa”, diz o ex-jogador francês do Manchester United. Não está sozinho no affair lisboeta. Milhares de franceses estão a comprar casa em Lisboa para se sentirem vivos de novo.

Esta adesão alfacinha de Cantona e demais reformados franceses fez-me lembrar a história de Robert Enke, o guarda-redes alemão que se suicidou em 2009. Enke também só se sentiu vivo e fora do perímetro da doença, a depressão, nos anos que jogou no Benfica (1999-2002).

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