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A desumanidade dos “defensores dos animais”

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O pessimismo que respiramos tem um odor clássico (nacionalismos, anti-globalização), mas também tem um aroma exclusivo do nosso tempo: o animalismo. Cheira a estrebaria, literal e metaforicamente falando. A humanização dos animais resulta de um pessimismo em relação às nossas sociedades e em relação à própria humanidade, que é encarada como um vírus que destrói a Mãe Terra.

Não por acaso, humaniza-se a bicharada ao mesmo tempo que se desumaniza o homem, esse ser que tem de ser expulso do Éden. Como se sabe, a desumanização do homem neste altar panteísta tem diversas formas: o nome do cão que mata uma criança fica na memória colectiva e é elevado a mártir pelos “defensores dos animais”, mas ninguém se lembra do nome da criança; como diz o Papa, “quantas vezes vemos pessoas que cuidam de gatos e cães e depois deixam sem ajuda o vizinho que passa fome?”

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