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Hillary precisa de Condoleezza (e vive-versa)

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Condoleezza Rice é a Nina Simone da política. Toca piano, fala russo, pensa a política como poucos, enfim, é um fetiche cá de casa. Um dos capítulos do meu livro “Um Mundo Sem Europeus” foi construído em redor do seu pensamento, porque esta tara começa por ser intelectual. Condoleezza é uma verdadeira conservadora americana, representa a linha clássica do realismo liberal americano, por oposição ao neoconservadorismo dos seus colegas da Administração Bush e por oposição ao isolacionismo que lateja debaixo da franjinha de Trump.

Numa época em que a direita americana perdeu a bússola externa, Condoleezza foi sempre o norte seguro; um norte que fez falta nos últimos anos, diga-se. Mas, como todas as taras, esta também tem um lado pessoal.

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