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O sonho americano morreu

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Os presságios negros continuam a fazer fila à nossa porta, são de várias espécies e geografias, muitos estão nas fronteiras europeias ou mesmo dentro das cidades europeias, mas continuo a pensar que o pior presságio está no fechamento da mente americana. Sem uma América vital não há Ocidente, sem Ocidente não há ordem internacional.

A crescente erosão da sociedade americana torna qualquer outro problema num pormenor, porque Washington é de facto a nossa Roma. E, se não se importam, não quero assistir à queda do império ocidental, não quero viver a desordem apocalíptica que acompanha o fim de uma Era. Neste sentido, convém perceber que o tal radicalismo e o isolacionismo da dupla Trump – Sanders é apenas o sintoma da doença americana. Doença, essa, que não vai passar com a vacina do clã Clinton. O sonho americano não terá o seu momento Lázaro só porque a Casa Branca vai conhecer um Presidente que por acaso é mulher.

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