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As empresas são a chave do problema dos refugiados

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Basta abrir as páginas dos suplementos de economia para ficarmos a conhecer uma história que nunca abre telejornais: diversos sectores exportadores da economia portuguesa, desde o vidro à metalurgia, debatem-se com falta de mão de obra mesmo quando os empresários pagam acima da média. Como dizia há dias Luís Onofre, “como é possível haver tanto desemprego no país e as pessoas não quererem trabalhar?”.

Esta é uma queixa recorrente do empresariado do norte que não encontra eco na imprensa de Lisboa. Mas, se calhar, podia encontrar eco junto dos tais refugiados. Já é tempo de pensarmos este problema no plano do concreto e não no plano das declarações grandiloquentes. Sim, acolher os refugiados é uma causa decente, mas palavrões como “Direitos Humanos”, “Dignidade”, “Valores Civilizacionais” ou frases-bordão como “é nosso dever acolher” ou “a Europa morre se não acolher” não resolvem o problema. Estas pessoas precisam de uma vida nova e esse recomeço não está na esmola do Estado, da igreja, das ONG. Está no trabalho.

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