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Israel versus Apple

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Depois de dezenas de ataques terroristas, já compreendemos Israel. Mas ainda não chega. Chegaremos à fase em que aprenderemos com Israel. Os últimos dias, aliás, foram pródigos nesta questão. Revelando a típica soberba tecnológica das empresas da moda, a Apple recusava ajudar o FBI na investigação aos terroristas de São Bernardino, isto é, recusava quebrar a encriptação do iphone do terrorista em causa (Syed Farook), refugiando-se no princípio abstracto do direito à privacidade.

Depois de um longo braço de ferro mediático e legal, o FBI resolveu o problema pela porta do cavalo: contratou uma empresa israelita de software forense (Cellebrite) para vencer a encriptação da Apple, essa empresa que tem a mania que é mais do que uma empresa, essa empresa que quer transformar Cupertino na Camelot virtual e que, por isso, recusa sair do pedestal tecnológico e ahistórico onde nada de mal acontece, onde não existem terroristas ou criminosos que usam a encriptação como espaço de impunidade.

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