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Cobardia

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No seu blogue “Tempo Contado”, José Rentes de Carvalho tem este apontamento de reportagem: a partir do seu apartamento em Amesterdão, Rentes consegue ver um acampamento de refugiados que ostenta orgulhosamente várias bandeiras negras do Estado Islâmico.

E a polícia? Não entra no acampamento, parece que é território perdido da república, tal como muitos bairros muçulmanos em diversas cidades holandesas. Das duas, uma: ou Rentes está louco (garanto-vos que não está) ou estamos perante um facto incómodo que os jornalistas escolhem não reportar. Quer isto dizer que devemos travar os refugiados?

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  • Não é por um grupo de 64 refugiados chegar hoje a Portugal que me proponho defender os muçulmanos. É porque, neste momento, refugiado e muçulmano são quase sinónimos e, em nome da recusa destes, afastam-se aqueles. Com uma frieza e uma crueza própria de quem esqueceu que todos nós, antes de sermos isto ou aquilo, nascidos aqui ou ali, somos seres humanos, nascidos livres e iguais em dignidade e direitos, como se proclama na Declaração Universal dos Direitos do Homem

  • Big Brother Molenbeek. “Aqui nos tiram a vida sem nos matar”

    As mulheres dizem-se com medo de andar na rua. Os homens queixam-se de que as notícias os estão a confundir a todos com terroristas. Quatro meses depois dos atentados de Paris, o bairro volta a estar no centro das atenções do mundo com os acontecimentos em Bruxelas esta semana. Há câmaras e microfones por todos os lados. E uma sensação de vida em suspenso.“Estão a massacrar-nos”, dizem os habitantes de Molenbeek. “E se fosse a vossa vida?”