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Expresso

Não fechem o Jamaica

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Eu sei que estive lá dezenas de vezes, mas a minha memória não se recorda de nenhum episódio em particular. Tenho apenas memórias difusas e vagas do som e do álcool. É uma névoa dançante e etílica. É assim a nossa memória: magnânime; poupa-nos a recordações dolorosas, decadentes e copofónicas. Mas, com ou sem exactidão na polaroid, o certo é que aquela rua do Cais do Sodré faz parte do meu estendal de memórias. E obviamente não estou sozinho.

O Jamaica é nosso. Como pai moderninho que sou, até sonho com o dia em que introduzirei as minhas filhas nos prazeres etílicos algures no Jamaica ou em qualquer outro boteco da zona. Convém porém notar que esta não é apenas uma questão sentimental.

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