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Expresso

António Costa e o ódio

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Escrever de forma séria implica filtrar o ódio que sentimos por esta ou aquela figura pública; implica transformar raiva em ironia. Se não nos submetemos a esta humilde retórica, digamos assim, não estamos a fazer um trabalho digno e, acima de tudo, estamos a fomentar a atmosfera bárbara que é o alimento da extrema-esquerda. É por isso que tenho escrito pouco sobre António Costa.

É difícil e moroso transformar o que sinto por esta personagem em algo remotamente publicável. Há dias, num esforço à Job, lá cheguei a esta fórmula misericordiosa: Costa deve muito à esperteza mas pouco à inteligência; não percebeu porque é que perdeu as eleições e agora não percebe porque é que está a atirar o país para nova montanha-russa de juros altos e ameaça de bancarrota; só percebeu a jogada politiqueira que lhe deu o poder de forma ilegítima (legal mas ilegítima).

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