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Expresso

Ser pai não é um direito, é um dever

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Ser pai não é um direito como votar, dizer o que nos vai na alma ou ter cativo na Catedral. Ser pai não entra na esfera festiva da vidinha, não está no terreno dos likes e dos gatinhos felpudos. Ser pai é um dever que cobra caro, que remete para o sacrifício e renúncia de incontáveis direitos e prazeres. Sim, tem incontáveis alegrias, mas essas são apenas a ponta do iceberg que lá vai aparecendo nesse estendal de mentiras chamado Facebook.

Porque o ponto central da paternidade não é o pai, é o filho. E o que está errado na retórica do “direito à paternidade” dos casais gays é precisamente a centralidade do direito a ser pai, como se estivéssemos a falar de mais uma “conquista” da escadaria do progresso. Lamento, mas ser pai não é um direito. A paternidade não é direito de ninguém.

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