Siga-nos

Perfil

Expresso

Perante o muçulmano, a mulher violada deixa de contar

  • 333

Facto: dezenas de muçulmanos molestaram e violaram dezenas de raparigas alemães em Colónia, naquilo que parece ser um ataque sexual coordenado. Mas qual foi a reacção da presidente de câmara de Colónia, Henriette Reker? Ora essa, as raparigas devem ter cuidado, “se não querem ser violadas, têm de se afastar de homens estranhos”. Ou seja, a culpa é delas, elas deviam saber que os muçulmanos, coitadinhos, não dominam a sua própria braguilha. E qual foi a reacção de boa parte da imprensa? Saltou de imediato para a “xenofobia” da “extrema-direita” que “aproveitará o caso” e, em consequência, abafou a raiz do problema, não falou nem falará das dezenas de criminosos só porque eles têm uma cor de pele diferente e só porque eles vivem em comunidades que não podem ser criticadas pelos média.

Resultado final? Está em curso uma abjecta secundarização das emoções das mulheres molestadas numa praça de uma cidade europeia em 2016. Perante o medo do islão e perante o medo de sermos considerados “racistas” só porque criticamos muçulmanos, até os sacrossantos direitos das mulheres estão a ser derrotados. Será isto para rir ou para chorar? Onde estão as feministas que se insurgem todos os dias contra o catolicismo ou contra o marialvismo do homem branco?

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI