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Expresso

Schengen e os 3% são metas de tempos pacíficos

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Schengen e o limite dos 3% no défice são meios, não são fins. O fim é o estado de direito que se vive em cada uma das nações europeias. Neste sentido, uma nação não pode ficar prisioneira dos 3% numa altura em que tem de enfrentar uma ameaça terrorista que coloca em causa o estado de direito que começa no contrato hobbesiano que nos liberta do medo.

Se adicionarmos às operações policiais as operações militares (bombardear a Síria) e as operações humanitárias (acolher milhares de sírios), percebemos então um ponto: a regra dos 3% pertencia a um tempo normal, tecnocrata e situado fora da história. Não havia chatices no lago pós-histórico. Sucede que as velhas chatices da história, do nacionalismo ao fanatismo religioso, estão a esvaziar o lago pós-histórico. As guerras agora não são apenas de folhas de Excel entre Frankfurt e Bruxelas.

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