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Expresso

A batalha pelo Islão é a batalha pela esquerda

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Em janeiro, após o ataque ao Charlie, um amigo de esquerda repetiu várias vezes esta ideia: “é mais fácil encontrar um padre do lado certo do que um Boaventura Sousa Santos”. Para mim não foi surpresa, para ele foi.

Exemplos? No “Observador”, Gonçalo Portocarrero condenou os ataques à liberdade de expressão de forma inequívoca, enquanto que Boaventura Sousa Santos no “Público” equiparou os assassinos às vítimas, afirmando que estavam em causa dois fanatismos.

Ou seja, o sujeito que mata um cartoonista com uma Ak-47 é colocado no mesmo patamar moral do cartoonista que faz paródias com uma caneta.

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