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Expresso

Não ataquem a Síria, ataquem o medo de serem considerados “racistas”

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Durante décadas o Bataclan foi propriedade de judeus, mas os seus donos de sempre venderam-no precisamente há dois meses e emigraram para Israel. O Bataclan era ameaçado há anos por grupos muçulmanos. Ou seja, os ex-donos do Bataclan, entre eles Pascal Laloux, fazem parte da enorme diáspora judaica que fugiu de França nos últimos anos.

É patético: fala-se a toda a hora de “islamofobia”, se criticarmos o islão ou as "comunidades muçulmanas" somos rotulados de “racistas”, mas o verdadeiro acto racista do nosso tempo tem sido direccionado contra judeus franceses, que deixaram de se sentir seguros na sua própria terra, que passaram a viver debaixo de uma violência quotidiana lançada por muçulmanas contra pessoas e locais judaicos. E isto aconteceu debaixo do silêncio dos média. Neste sentido, saliente-se outro facto francês que tem sido desprezado: a Frente Nacional de Le Pen é cada vez mais apoiada por gays franceses. Sim, gays.

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