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Expresso

António Costa: a legalidade, a legitimidade e a força

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Nos filmes de gangsters, existe sempre aquele momento na sala de tribunal em que um pequeno Al Capone é libertado por falta de provas; toda a gente sabe que ele é culpado mas ninguém consegue prová-lo. Quando vejo a bolinha maquiavélica conhecida por António Costa a saltitar de um lado para o outro, lembro-me sempre desta cena.

O saltarico do Largo do Rato está a preparar um golpe que, apesar de ser legal à luz do formalismo constitucional, é ilegítimo à luz de qualquer tradição ou princípio moral. Cavaco pode empossar Costa, mas não deve. Costa como primeiro-ministro seria uma trágica legalidade. Sim, seria uma tragédia e um prenúncio de desventuras. A legalidade de um regime não pode ficar demasiado afastada das noções de legitimidade partilhadas pela maioria das pessoas.

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