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Expresso

Queremos combater e morrer em Aleppo?

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No pós-11 de Setembro, nunca defendi as acções militares do Ocidente no Médio Oriente. Aliás, tem sido esta a minha principal briga com amigos de direita. Desde o Afeganistão até à Líbia, passando obviamente pelo Iraque, estas guerras tiveram sempre o odor inconfundível da hubris ocidental. Para usar uma velha terminologia de Martin Wright, estas campanhas constituíram “guerras de escolha” e não “guerras de necessidade”. Reconfigurar o Médio Oriente para eliminar o terrorismo que atacava as nossas cidades era uma escolha e não uma necessidade, visto que as bolsas terroristas estavam em Londres e Paris e não em Cabul ou Bagdade.

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