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Expresso

Escolheu não ser psicopata

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James Fallon sabia que era um pouco estranho, mas nunca pensou que a fonte dessa excentricidade era um cérebro com as características físicas e químicas do psicopata. Apesar de um ou outro ato de loucura, Fallon cresceu como qualquer garoto americano (era estranho mas normal), tornou-se um dos mais reputados neurocientistas e formou uma família como qualquer adulto. Só muito mais tarde, numa experiência científica, descobriu por acaso que o seu cérebro tinha a mecânica e a hidráulica da psicopatia. Estava então destinado a ser um assassino? Não. Apesar de ter um cocktail genético que propicia a ausência de empatia (os seus genes transformam outros seres humanos em insetos), Fallon escolheu não matar.

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