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Expresso

O que já aprendemos com os refugiados?

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Em primeiro lugar, foi preciso um verão sem “agendas” para que a Europa compreendesse que a grande crise não é a Grécia, mas sim esta vaga de refugiados que foge do caos hobbesiano do Médio Oriente (a guerra na Ucrânia talvez mereça atenção no natal). Em segundo lugar, julgo que já podemos criticar a tal Primavera Árabe. Há três ou quatro anos, aqueles que ousassem beliscar oportunidade das revoluções árabes eram de imediato rotulados de “reaccionários” e afins. Como se atrevem a questionar a pureza de uma revolução via Facebook? Como se atrevem a contestar o chamamento de um povo que se ergue contra tiranos? Bom, a explicação está nas centenas de milhares de pessoas que estão a bater à nossa porta depois de atravessarem desertos, um mar, muros e a secular simpatia dos Balcãs.

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