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Expresso

O Syriza alimenta-se de caos

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Não sei se foi pensada ou espontânea, mas a retirada unilateral de Tsipras das negociações tem a típica marca do revolucionário. Há ali um odor característico que se reconhece a milhas, mesmo contra o vento. Como todos os revolucionários, mesmo os revolucionários de cátedra, os homens do Syriza precisam de caos, de pó no ar e tambores bélicos na telefonia. Recorde-se que o Syriza saltou de 4,6% para 36,3% devido ao estado de emergência em que vive a Grécia há anos. Sem este caos, o Syriza voltará para as catacumbas percentuais dos 4,6%. Tsipras não pode permitir tempos normais, tem de impor um permanente estado de excepção, porque só consegue manter-se no topo nesse cenário. “Quanto pior, melhor”.

 

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