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Expresso

O aborto gratuito é um absurdo

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Quando se está nos corredores da maternidade, a cena choca: a mulher que aborta a pedido é colocada em pé de igualdade com a mulher que vem dar à luz. Aos olhos da lei, estas duas mulheres são iguais, recebem as mesmas isenções e apoios sociais. Quando se está nas salas de espera da maternidade, roendo unhas e andando de um lado para outro, a cena comove: com dois filhos pela mão, uma senhora vem dar à luz o terceiro filho, mas é colocada a par da senhora que vem abortar de novo. Não, não estou a discutir o “sim” ou o “não” ao aborto, essa discussão está a montante. Estou apenas a dizer que o Estado não pode tratar por igual a mulher que vai ser mãe e a mulher que vai abortar. Ter filhos é um direito que deve ser gratuito, abortar é uma escolha que deve ser abrangida pelas taxas moderadoras.  


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