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Expresso

Matámos Ayrton Senna

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Eram tempos gloriosos, domingos gloriosos: antes da bola, havia Fórmula 1 (F1). O grande prémio começava à hora do almoço e acabava à hora da bica já no café. O meu piloto favorito era Nelson Piquet, que pilotava um Lotus amarelo com anúncios da Camel, mas depois apaixonei-me por um louco chamado Ayrton Senna e pelo seu MacLaren vermelho e branco com anúncios da Marlboro. Senna era o Rei Sol de uma constelação: Mansell, Prost, Patrese, J.J. Lehto, Gerhard Berger, Larini, Nannini, Alboreto, Alesi. Quando ele morreu, no dia 1 de Maio de 1994, na curva Tamburello de Imola, a comoção foi grande porque Senna era um herói, um aventureiro, um gladiador. Senna era o maior porque não tinha medo, era um gladiador ao volante de centenas de cavalos.


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