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Expresso

Sim, “Mad Max” é feminista

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É uma tendência: devido às tecnologias de informação, os rapazes são quase todos geeks, passam o tempo em casa acorrentados às galés informáticas, deixam de ver a luz do sol, ganham dentes vampirescos, dormem de dia e, acima de tudo, não lêem romances e não vão ao cinema. Com uma carta de alforria em relação às consolas e demais galés, as raparigas lêem mais (muito mais) e continuam a ir ao cinema. Claro que esta mudança sísmica só podia ter consequências na produção de filmes e séries, que têm cada vez mais protagonistas femininas. No cinema infantil, há “Brave” e “Frozen”, por exemplo; na televisão, “Guerra dos Tronos”, entre outras, é uma série sobre mulheres e poder; a onda feminista até chegou ao cinema de acção e aventura.


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