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Expresso

José Alberto Carvalho: ignorância ou radicalismo?

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No dia da inauguração do Museu dos Coches, a TVI transmitiu o telejornal a partir do tal museu. Problema? O final deste telejornal especial funcionou como uma legitimação do assassínio enquanto arma política. Depois de mostrar os orifícios que as balas de Buíça deixaram no coche do Rei D. Carlos, o pivot José Alberto Carvalho considerou que o regicídio (1908) é apenas “uma data considerada funesta pelos monárquicos”. Ficámos assim a saber que o assassínio de D. Carlos e de D. Luís Filipe não deve inquietar mais ninguém a não ser os monárquicos, esse bando de reaças inconsequente; ficámos assim a saber que os outros, os bons, os justos, os não monárquicos, não devem sentir culpa ou horror pelo assassínio do rei e pela instauração de um clima de medo e violência que durou até 1926, ou melhor, que durou até 1974. 

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