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Expresso

Ora tomem lá uma dose reforçada de austeridade, com os cumprimentos do Syriza!

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Porque é que o Governo de Alexis Tsipras demorou cinco meses para concretizar algumas medidas destinadas a fechar o segundo programa de assistência, recusou sempre as contra-propostas dos credores, abandonou as negociações e convocou um referendo que disse não à austeridade, para agora vir propor uma dose reforçada da mesma receita? Que sentido faz ter deitado fora a expectativa existente no início do ano de regresso da Grécia ao crescimento do PIB, de um saldo primário do orçamento próximo de 1 por cento, ter atirado de novo o país para a recessão, o défice orçamental e a mais que certa falência dos bancos, precisando agora de fazer mais cortes para tentar recuperar o que já estava em marcha, com muito mais sacrifícios?

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