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Expresso

  • Coluna de alterne

    Comendador Marques de Correia

    Coluna lampeira esta que todos os domingos irrompe por este sítio frequentado por intelectuais de alta estirpe, que são os seus leitores. Hoje descobriu uma coisa à moda de Cristóvão Colombo: o ovo e um Continente que já todos conheciam. É verdade! O Governo sócio-comuno-esquerdalho foi muito para além da troika. Penso que estão a tentá-lo apanhar na escola de Chicago ou, pelo menos, nos arredores da cidade

  • Coluna de alterne

    Comendador Marques de Correia

    Esta coluna que não deixa escapar a cabeça de um alfinete no meio de um palheiro, ou vá lá de um espigueiro, reparou que aquelas agências de rating, façamos o que façamos, estão sempre a meter-nos no lixo. Ora, em Portugal toda a gente sabe que a crise acabou e que vamos de vento em popa, pelo que não se compreende tal atitude

  • Coluna de alterne

    Comendador Marques de Correia

    Coluna sempre em ebulição, na ânsia de saber que tipo de equipamentos faltam à Nação de modo a torná-la mais feliz e competitiva, tentada pelo aproveitamento das verbas a não gastar mais do que o devido, não criando buracos superiores ao do BES, da CGD e àquele que surgiu, por culpa do Governo anterior na avenida de Ceuta, chega à conclusão de que o Estádio Nacional serve muito bem para o povo exprimir o que lhe vai na alma, sem com isso pôr em causa as instituições da República

  • Coluna de alterne

    Comendador Marques de Correia

    Esta coluna é verdadeiramente ladina e, apesar de no estrangeiro com tarifas de roaming proibitivas, descobriu, ao passear por Frankfurt uma solução para esse enorme problema chamado Carlos Costa, Governador do Banco de Portugal de quem Catarina Martins sugeriu a demissão por estar morta por pedir a demissão de um Costa qualquer

  • Coluna de alterne

    Comendador Marques de Correia

    Coluna sempre à sorrelfa, que facilmente se embosca para caçar a vítima, descobriu, não sem algum trabalho, mas também não precisando de recorrer ao olfato, um problema de higiene nos mais altos cumes da Nação portuguesa, mais concretamente num dos seus mais reputados representantes. Diremos à frente quem foi, depois de salientarmos que, de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde, a higiene é fundamental para uma vida saudável e para uma sociedade próspera

  • Coluna de alterne

    Comendador Marques de Correia

    Coluna íntegra e, sobretudo, subordinada ao mais elevado espírito patriótico que derrama do professor Marcelo para o doutor Costa e de ambos para o resto do país, jamais poderia colocar em causa as recomendações, orientações e ordens de um ou de outro. Por isso – e só por isso – se cala quanto ao que sabe sobre aquele caso que ambos recomendaram que não se falasse a partir de segunda-feira passada

  • Coluna de alterne

    Comendador Marques de Correia

    Coluna arguta e sempre disposta a fazer a mais recente coqueluche do jornalismo que é o fact-check, pode afirmar, perante quem tenha dúvidas, que o PCP só não pede a demissão de Mário Centeno porque, na verdade, como afirmou e desafiou o seu dirigente João Ferreira, os comunistas nunca pediram a demissão de um ministro. Ao contrário do que disse na SIC o jovem Bernardo Ferrão que, só mesmo por juventude, pode ter confundido os planos

  • Coluna de alterne

    Comendador Marques de Correia

    Coluna sempre arguta e pouco dada a contradições no seio do povo e no meio das massas antifascistas, e mesmo do conjunto de todos os portugueses honrados, como teorizou em plena noite fascista o PCP (antes de ter apoiado a geringonça), verificámos que os nossos partidos têm grande dificuldade em se entender mesmo naquilo que estão de acordo. E isso é um mau sinal. Ou pelo menos uma borbulha estranha

  • Coluna de alterne

    Comendador Marques de Correia

    Coluna sem igual, sempre alerta, verifica que o nosso primeiro, o nosso Costa, foi felicitado pelo FMI. E, claro, desconfia, porque sabemos bem que os elogios de víbora da senhora Christine Lagarde não podem ficar incólumes. Nós não nos vendemos ao FMI, nem ao BCE, nem à União Europeia, que constituíam a troika e jamais nos venderemos. Custa-nos que o nosso querido e anafado líder fique feliz por tão pouco