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Livres para sermos livres de Ronaldo

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Que me desculpe Ronaldo, mas foi um momento poético que assentou perfeitamente no jogo. Mesmo a acabar o Portugal-Islândia, Ronaldo marca dois livres diretos seguidos - já depois de ter marcado um outro que bateu num defesa e saiu ao lado. No primeiro, Ronaldo remata e a bola bate no braço de um islandês, daí a nova falta. No segundo, Ronaldo remata e a bola volta embater na barreira, desta vez sem falta.

O árbitro aproveita para apitar logo ali para o final do jogo e Ronaldo, meio cabisbaixo, acaba por levar na cabeça com a mesma bola com que rematou.

Não é que seja propriamente karma, mas teve o seu quê de justiça. Digo isto porque Ronaldo, ainda que saibamos que é o que é para a seleção (ainda ontem atingiu o fantástico número de 127 internacionalizações, as mesmas de Luís Figo), não pode querer sempre fazer tudo.

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