![]() |
![]() |
Nestas zonas do espectro político português ressalta a afirmação do BE como terceira força política atingindo os dois dígitos nas intenções de voto. Também o CDS/PP merece destaque. Um partido que já registou resultados na ordem dos 3% ter agora, a meses das eleições, uma percentagem a rondar os 7% significa uma recuperação assinalável. Este mês o partido de Paulo Portas voltou a subir e foi até o que mais cresceu (0,8%).
A maior quebra regista-se no maior partido da oposição, o PSD, que desce 1% nas intenções de voto verificando-se um resultado ao nível do que teve Santana Lopes nas legislativas de há quatro anos e que foi o pior "score" dos sociais-democratas.
A ligeira descida do PS confirma uma outra evolução: o afastamento progressivo dos resultados verificados nas legislativas de 2005. Os socialistas reivindicam nova maioria absoluta, mas o barómetro aponta para que o eleitorado não volte a repetir essa manifestação de confiança.
Por outro lado, num mês em que se viveu mediaticamente de forma intensa o "caso Freeport" não é irrelevante a reduzida quebra socialista nas intenções de voto (-0,8%).









