Lisboa, 23 nov (Lusa) -- Todos os dias são manuseados materiais biológicos nas instalações do Instituto Ricardo Jorge, em Lisboa, mas a segurança deste organismo está longe de ser a ideal e assim vai continuar por falta de verbas, admitiu a administração.
"Temos o nível máximo que conseguimos - que é a presença permanente de um elemento de uma empresa de segurança privada -- mas não temos o terreno delimitado com uma vedação, nem o acesso condicionado no interior das instalações", disse à Lusa o presidente do conselho de administração.
Para José Pereira Miguel, o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) dispõe de "uma série de barreiras, mas não as desejáveis".