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Bem vindos aos Estados (des)Unidos da Europa

O comentário de Vítor Andrade, jornalista do Expresso, no Jornal de Economia da SIC. Em análise a falta de coesão europeia, as exportações para Espanha e o aumento dos preços dos bens alimentares.

Opinião


Multimédia

Voámos num F-16

Um piloto da Força Aérea voou com uma câmara GoPro do Expresso e temos imagens inéditas e exclusivas para lhe mostrar num trabalho multimédia.

Salada de salmão com sorvete de manga

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Por faróis nunca dantes navegados

São a salvaguarda dos navegantes, a luz que tranquiliza o mar. Há 48 faróis em Portugal continental e nas ilhas. Este é um acontecimento único: todos os faróis e 1830 km de costa disponíveis num mesmo trabalho. Para entendê-los e vê-los, basta navegar neste artigo.

Parecem casulos onde gente hiberna à espera de ver terra

No Porto de Manaus não há barcos, mas autocarros bíblicos que caminham sobre água. Têm vários andares e estão cheios de camas de rede que parecem casulos onde homens, mulheres e crianças aguardam o destino. E há gente a vender o que houver e tiver de ser junto ao Porto. "Como há Copa, tem por aí muito gringo que vem ter com 'nóis'. E então fica mais fácil vender"

O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

Jaguar volta a fabricar desportivo dos anos 60

Até ao verão será fabricado um número limitado de desportivos Jaguar E-Type Lightweight, seguindo todas as especificações originais, incluindo a continuação do número de série das unidades produzidas em 1963.

"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

Mais do que uma manifestação, o 'primeiro' 1º de Maio é recordado como a grande festa da Revolução dos Cravos, quando o povo saiu às ruas em massa e a união das esquerdas era um sonho possível. "O 1º de Maio seria mais uma primeira coisa, porque naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas." Foi há 40 anos.

Este trabalho não foi visado por qualquer comissão de censura

Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


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Uma alternativa precisa-se...........
A catastrofe que alastra pela Europa com o aumento da pobreza e miséria, andamos a comentar noticias previamente orientadasque só mantêm esta situação preversa e a nada conduzem. Seria muito mais importante o debate de alternativas a este estado de coisas e não insistirmos no ridículo de manter o sistema de ditadura dos mercados defendida por politicos ao serviço de interessesque nada têm a ver com os cidadãos, mas sim com interesses transnacionais, para além dos deles próprios,que dominam a actividade economica e os meios de comunicação social. São predadores implacáveis e as presas são os cidadãos incautos. Subtraiem às populções para adicionar à Banca, perante a passividade dos inocentes. E o mais preocupante não é a acção dos maus, mas o silêncio dos bons. Assiste-se ao desmantelamento, dissolução, desintegração, e destruição das identidades nacionais e da própia civilização, únicamente por razões ideológicas ultra liberais. Assiste-se por outro lado ao definhamento da Cultura com o advento deste sistema. Está a ser corroida de forma larvar os fundamentos da Democracia, transformada em inimiga do povo e não como um poder dele emanado. Portanto é urgente resistir a este pensamento únicoque nosquerem impôr. Mas a primeira condição para modificar a realidade consiste em conhecê-la, bem como às possiveis alternativas. Mas é dificil, dado o assalto feito à comunicação social. Instalou-se em Portugal uma estranha Democracia, onde uma minoria tudo recebe e o povo tudo paga.

Re: Uma alternativa precisa-se........... OMG EU
Na dificuldade se constroi o futuro!
Historicamente foi sempre assim:não é na facilidade que tudo corre bem e nem sempre os ventos adversos levam a um mau destino.Muitas vezes e ao contrário, obrigam os Povos a corrigir as rotas e encontrar as trajectórias do progresso e do desenvolvimento colectivo.A Europa não foge á regra e a esperança é a última a morrer!
Re: Na dificuldade se constroi o futuro!
A EUROPA É UMA FAMILIA DESAVINDA!
E nestas condições só por sorte é de esperar que o barco chegue a bom porto!
Caminho para a união
Os Estados podem estar desunidos mas isso é natural. Os da América também o estiveram e sofreram uma guerra civil. E mesmo, dentro de alguns estados europeus não há união (Espanha, Bélgica, Reino Unido - que ironia- p exp. ) com autonomias a querem separar-se. Mas quem sabe se esta crise não dará mais força aos que defendem um Europa Federal moderna, tolerante, moderada e respeitadora dos costumes e direitos das pequenos e grandes nações, mas sem cedência aos nacionalismos, regionalismos e outros ismos que foram a peste dos séculos XIX e XX. É disto que o mundo precisa. E a viragem podia começar na Europa. É didicil, mas quem sabe.
Re: Caminho para a união
Europa com FBI
Na verdade, e sejamos realistas, a europa é uma ideia boa, e sejamos francos, caminhamos para ser uma Estados Unidos da Europa, mas equeceram-se de implementar as leis de direito de igualdade, seja em que sentido for ( comerciais, civis,penais etc..) assim como se esqueceram de criar um CIA e FBI. até que se fosse assim se calhar não havia tanto poder local (local refiro-me por pais-lol). a corrupção seria se calhar menos, assim como seria contriolado de forma universal, ou seja não havia tantos grupos a chupar tanto dinheiro dos contribuintes, não havia tanato poder de controlo.

fronteiras nãohá, dinheiro é o mesmo do que esperam?
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Edição Diária 17.Abr.2014

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