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BCP não quer Estado como acionista

O presidente do BCP, Nuno Amado, acredita que o Estado não vai entrar no capital do BCP "Esperamos que novos e acionistas de referência subscrevam os 500 milhões de euros que será colocado em setembro"

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BCP não quer Estado como acionista

Os acionistas do BCP, tal como os do BPI, aprovaram esta semana em assembleia geral, os planos de capitalização. No BCP o financiamento do Estado ascende a 3000 mil milhões de euros, e a taxa de juro a pagar pelo banco ascende numa primeira fase a 8,5%.

O BCP vai precisar de mais 500 milhões em setembro e é nesta altura que o presidente do banco espera que entrem acionistas novos e os que já estão no banco acompanhem o aumento de capital. Os maiores acionistas do BCP, aSonangol, o Sabdell e a Teixeira Duarte equacionam acorrer ao reforço de capital. Caso os investidores privados não o façam o Estado toma firme a operação, tendo determinado um preço por ação de quatro cêntimos.

No caso do BPI o financiamento do Estado ascende a 1,5 mil milhões, mas até setembro os acionistas de referência do banco presidido por Fernando Ulrich vão subscrever 200 milhões de euros. São eles O espanhol La cIaxa e a Santoro, detida pela investidora angolana Isabel dos Santos.


Leia mais na edição do Expresso deste sabádo, dia 30 de junho.


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Comentários 4 Comentar
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COITADINHOS!!
Então que vá para ÁFRICA!
Pois...
Quer continuar em roda livre, como a SLN...
"ACHO BEM"
Esperem pela Isabelinha do pipiline.
kácus
Aqui a Troika não é aplicada? Haja Moralidade!
Se bem me lembro bancos intervencionados com o financiamento do estado devem por imposição da troika ter restrições salariais e limites em relação ao número de gestores do banco.
Já repararam na arrogância dos gestores?
Se são financiados com os dinheiros públicos não estão em condições de exigir nada!
Chegamos onde chegamos devido à desregulação do sector financeiro. Haja moralidade.
E os orgãos de gestão
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