23 de maio de 2013 às 21:41
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BCE assumiu "riscos consideráveis" com a sua política monetária

As declarações são do presidente do Bundesbank numa entrevista publicada hoje pelo semanário Der Spiegel.
Weidmann foi sempre crítico em relação à compra de dívida pública por parte do BCE, liderado por Jean-Claude Trichet Lionel Cironneau/AP Weidmann foi sempre crítico em relação à compra de dívida pública por parte do BCE, liderado por Jean-Claude Trichet

O presidente do Bundesbank, o banco central alemão, afirmou hoje que o Banco Central Europeu (BCE) assumiu "riscos consideráveis" com a sua política monetária destinada a tranquilizar os mercados.

"Devemos reduzir de novo esses riscos, já que para lhes fazer frente o contribuinte alemão é responsável por 27 por cento dos mesmos", afirmou Jens Weidmann, referindo-se à contribuição alemã para o Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF).

As declarações do presidente do Bundesbank constam de uma entrevista publicada hoje pelo semanário Der Spiegel e citada pela agencia Efe.

Weidmann foi sempre crítico em relação à compra de dívida pública por parte do BCE aos países altamente endividados da zona euro. O presidente do banco central alemão considera errado abandonar todos os princípios que demonstraram o valor da política monetária do BCE perante uma situação de emergência.

Na semana passada, o BCE anunciou três operações adicionais de injeção de liquidez em dólares até final do ano, devido às tensões no mercado monetário, numa decisão tomada em coordenação com a Reserva Federal norte-americana (Fed), o Banco de Inglaterra, o Banco do Japão e o Banco Nacional Suíço.

Comentários 10 Comentar
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"riscos consideráveis"
Quem ouvir este fulanos/as a falar, cada um mandando o seu palpite e todos contrariando-se uns aos outros, de Trichet a Weidmann, de Delors a Barroso, de Merkll a Christine Lagarde, fica-se com a sensação de que vivemos em vários planetas distintos, cada um com a sua atmosfera, e ninguém depende uns dos outros.
A Europa, há mais de uma década que se está a afundar, e estes fulanos não acertam numa estratégia comum.

Re: A Raínha das Dívidas Ver comentário
Re: A Raínha das Dívidas Ver comentário
Somem bem a divida alemã aos paises que invadiram
somem a divida alemã aos paises que foram invadidos na segunda guerra mundial, aos prejuizos economicos e morais que todos tiveram, e ainda o que foi fornecido em alimentos por portugal para essa europa, estando os portugueses a passar fome, e se calhar ainda iremos receber uns milhões. Portugal acolheu alemães, franceses, espanhois, judeus, nazis, e agora cagam-nos m cima. não passam de pulhas os que n os querem afundar. primeiro persigam os verdadeiros ladrões dos fundos europeus, os desvios para off shores e vão ver que o dinheiro aparece. é triste não se saber a história do que o povo passou para dar alimento a essa gente que agora nos querem por á fome.
Sem DúVIDA ! Ver comentário
E..., antes ?
..., quando recebia, e, ainda recebe, os lucros daquilo que os países poderosos "encaixam" nos que proibiram de produzir?

Primeiro, provocam as dividas, depois, não querem assumir as ajudas necessárias. Isto, é hipocrisia. Isto, é explorar os mais pobres, até ao tutano.
E, aquando a Guerra Fria, que deram, deram, deram, à Grécia, para que aquele povo se sentisse sempre numa "nice", afim de não cair para o outro lado; aliás, como fizeram aos habitantes de Berlim Ocidental, tal como têm que fazer agora a todos os que viviam na antiga RDA, sob pena de estes os desmascararem?!
Não somos nós, os gregos, irlandeses, espanhois, etc, que temos estado a sustentar o Leste alemão, para que eles consigam ter paz interna?

Alguém disse por aqui, que em lugar de sermos nós a sair do Euro, ou este acabar, que fossem os alemães?!, pois bem, estou a começar a perguntar-me se não seria a melhor solução????
Cheira-me a "conto do vigário"
O feitiço volta-se contra o feiticeiro.
Andaram atrás dos paises menos poderosos para lhes impingir os seus produtos de qualquer maneira - o que queriam era vender. Os pobres cairam no "canto da sereia" e foram bem enganados. Cá pr'a mim, o ricos não merecem que lhes paguemos tudo, também devem sofrer uma penalização.
Viver com os Nazis sempre foi um RISCO!
Quem tentou viver com os Nazis ... sempre teve de arriscar a própria vida ! - Eu nunca esquecerei que esses Alemães de "Má-Morte" só queriam dar uma morte horrível aos Judeus e a outras pessoas que eles achavam que eram de "Raças Inferiores" ou anormais, como Homosexuais, Ciganos e todos os doentes mentais ou irrecuperáveis ! Se calhar as nações LATINAS também estão nesse grupo ... A Alemanha não tem salvação, pois serão sempre gajos que odeiam os "Não ARIANOS -Loiros) ! Eles até admitem que a "GORDA MERKEL" é uma BELEZOCA ! (Quem os topa é o "Burlescone" da Itália) ...
Olha quem fala!
E quem INVENTOU o risco?

A crise de liquidez na zona euro está a ser causada pelo BCE. É a política monetária do BCE que está a provocar a falta de liquidez. Por definição. É o Banco Central Europeu que emite o EURO: se faltam euros é porque o Banco Central Europeu deixa.

Saíram da Europa, desde Janeiro, 500 000 milhões de EUROs. Para quê? Não se sabe. Para onde? Para paraísos fiscais, pois claro. Mas tudo isto são irrelevâncias. O importante é que os EUROs sairam e fazem falta à Europa. Segundo o FMI, fazem falta à Europa 200 000 milhões de Euros. Pessoalmente, inclino-me mais para os 500 000 milhões (porque foi essa a quantidade de dinheiro que saiu). De uma forma ou de outra, a relutância do BCE em emitir notas para é incompreensível. A decisão do BCE de manter as taxas de juro elevadas é incompreensível.

Porque mantém o BCE a taxa de juro central mais elevada da OCDE? Estará o BCE empenhado em impedir a recuperação da economia mundial?
Há quase um ano que escrevi isto
O BCE tem 10 mil milhões, apenas, de fundos próprios. Está a comprar centenas de milhar de milhões de títulos de dívida com dinheiro criado para o efeito, sem qualquer base económica.

O mesmo fazem os "investidores", com dinheiro que não existe!!! São apenas "garantias" dadas por outros investidores ou instituições bancárias, mediante o pagamento de juros!!! Ou seja, quem dispões de crédito recebe - não dinheiro, mas a garantia de ele poder ser "disponibilizado" - ou seja uma espécie de "seguro" pelo qual paga um juro X... e depois "investe" em títulos ou empresta a quem lhe pague 2X, 3X, etc... e tem o seu lucro.

O que significa que as dívidas na realidade não existem, porque o dinheiro usado para as "comprar" também nunca existiu. O Lehmann Brothers foi à falência, porque assumiu muitos riscos sem ter meios para tal. Sustentou-se enquanto havia confiança, mas quando ele se desmoronou não havia dinheiro real por detrás da fachada.

O que o BCE devia fazer, era comprar as dívidas com o dinheiro igualmente fictício que cria todos os dias, e anulá-la, em vez de estar simultaneamente a financiar os Bancos falidos que são eles próprios detentores de Dívida!!!

Pois o a única parte "real" das dívidas são os JUROS que os agiotas que fazem parte desta pirâmide de extorsão combinaram receber...

A verdadeira crise é apenas contratual e contabilística, não é financeira!!!
...
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