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BBC grava conversas de gente anónima para a História

A iniciativa "Listening Projet", responsabilidade da BBC e da Biblioteca Britânica, quer gravar as conversas entre cidadãos anónimos como documentos de estudo. Para mais tarde se perceber como era a vida no início do século XXI.
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Elaine e Betty, duas das participantes no projeto. Mãe e filha conversaram sobre como criar uma família

As conversas importantes, mesmo que entre dois anónimos, podem ter interesse nacional. Desse princípio partiram a BBC e a Biblioteca Britânica para lançar a iniciativa "Listening Project", um conjunto de gravações para memória futura.

A ideia é que daqui a muitos anos os diálogos registados, tendo por temas aspetos relevantes na vida das pessoas - amor, perda, religião, família -, possam ajudar a perceber como era a vida de um cidadão comum no início do século XXI.

"O objetivo é gravar uma conversa que a pessoa sempre quis ter com alguém próximo. O assunto é da responsabilidade dos intervenientes. Mas deve ser algo de que eles realmente queiram falar - uma conversa de que se arrependeriam se não a tivessem", explicou Tony Phillips, o responsável pelo projeto.

Iniciado há poucos meses, o "Listening Project" começou por registar conversas de cidadãos desafiados a participar na experiência, embora a intenção seja a de que qualquer habitante do Reino Unido possa colaborar, gravando cerca de meia hora das suas conversas e sumetendo ao site criado para o efeito.

Todas as gravações recebidas serão arquivadas pela Biblioteca Britânica como parte da história oral do país, sendo feita uma selecção para que algumas delas venham a ser editadas e transmitidas pela BBC. Até ao princípio deste mês, o site já recebeu 100 contributos.


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O semanário "Sol" escreve que Isaltino Morais já não pode ser condenado por corrupção no processo das contas da Suiça, apesar de este crime ter ficado provado quando foi julgado no Tribunal de Oeiras.

Em julho de 2010, o Tribunal da Relação de Lisboa confirmou a condenação do autarca, mas anulou a parte relativa ao crime de corrupção, invocando irregularidade processual. A Relação ordenou a repetição dessa parte do julgamento (em que está em causa o favorecimento de um empreiteiro a troco de dinheiro, em 1996).

Como esse acórdão da Relação só transitou em julgado nos últimos meses (após a decisão do último recurso, no Tribunal Constitucional), essa repetição só agora aconteceu. Na tarde de quinta-feira da semana passada, Isaltino Morais regressou ao Tribunal de Oeiras - de onde saíra em 2009, recorde-se, condenado a sete anos de prisão por corrupção passiva, fraude fiscal, abuso de poder e branqueamento de capitais, pena depois reduzida para dois anos pela Relação. A juíza-presidente, Paula Albuquerque, perguntou-lhe se ele aceitava ser julgado por um novo crime de corrupção, ao que Isaltino respondeu que não.

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