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Barroso propõe programas-piloto para reduzir desemprego jovem

Presidente da Comissão Europeia apresentou esta tarde aos líderes europeus propostas imediatas para combater o desemprego e dar maior apoio às PME. E advertiu: os resultados de reformas estruturais em Portugal demorarão "algum tempo" a aparecer.

Lusa |
Barroso conversa com Passos, líder de um dos oito Estados-membros da UE com as maiores taxas de desemprego de jovens
Barroso conversa com Passos, líder de um dos oito Estados-membros da UE com as maiores taxas de desemprego de jovens / Geert Vanden Wijngaert/AP

O presidente da Comissão Europeia propôs hoje aos oito Estados-membros da União Europeia com as maiores taxas de desemprego de jovens, entre os quais Portugal, o lançamento imediato de programas-piloto para reduzir este fenómeno.

Dirigindo-se na cimeira de Bruxelas aos chefes de Estado e de Governo dos 27, José Manuel Durão Barroso apontou que para os oito países com níveis de desemprego jovem significativamente acima da média da UE - Espanha, Grécia, Eslováquia, Lituânia, Itália, Portugal, Letónia e Irlanda - Bruxelas propõe a formação imediata de "equipas de acção" compostas pelas autoridades dos países, pelos parceiros sociais nacionais e pela Comissão.

"Nas 11 semanas entre agora e meados de abril, as 'equipas de ação' desenvolverão planos com objetivos a serem incluídos nos programas nacionais de reformas" e, tendo como base os fundos sociais e regionais que ainda podem ser reprogramados, essas equipas combinarão fundos nacionais e europeus, explicou.

Portugal ganharia em redirecionar fundos para PME


Durão Barroso propôs também aos líderes europeus que redirecionem fundos estruturais não utilizados para programas de empréstimo às pequenas e médias empresas e apontou que Portugal é um dos países que mais poderia beneficiar deste impulso.

Dirigindo-se aos chefes de Estado e de Governo da União Europeia, Durão Barroso apontou que ainda há muitas verbas a serem cedidas no quadro dos atuais fundos estruturais, designadamente €82 mil milhões.

"Boa parte deste montante já está destinado a bons projetos, mas pelo menos parte deste dinheiro poderia ser redirecionado para programas de empréstimo para as PME, se vocês fizerem essa escolha", disse Durão Barroso, que convidou mesmo os países que ainda têm muitos fundos por utilizar a "sentarem-se à mesa com a Comissão" para avaliar as vantagens de reprogramar os fundos.

Governos devem superar "resistências burocráticas"


O presidente do executivo indicou que Bruxelas e os Estados-membros poderão decidir em conjunto retirar dinheiro de programas com fraco desempenho ou menos prioritários e colocá-lo em mecanismos existentes que se tenham revelado eficazes, ou "acelerar a ajuda às PME", reforçando as possibilidades de crédito já esgotadas.

"Eu sei que o Mário (Monti) tem estado a fazer isto muito recentemente em Itália e em Portugal algumas oportunidades das PME já estão esgotadas e beneficiariam deste impulso", apontou Durão Barroso.

O presidente da Comissão observou todavia que é necessário serem os chefes de Estado e de Governo a assumirem a "liderança" deste processo, superando designadamente as "resistências burocráticas" nas suas próprias administrações públicas.

Reformas portuguesas são de "longo alcance"


O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, disse hoje que as reformas estruturais aplicadas em Portugal devido à crise da dívida soberana são de "longo alcance" mas os seus resultados "demorarão algum tempo a aparecer".

Dirigindo-se em Bruxelas aos líderes e chefes de Governo europeus, Barroso comparou as reformas portuguesas com as aplicadas atualmente em Itália, e lembrou o pacote de leis Hartz, adotadas pela Alemanha entre 2003 e 2005 e "parte da forte recuperação económica" que permitiu ao país posicionar-se hoje na linha da frente da economia europeia.

O primeiro Conselho Europeu do ano começou cerca das 15h30 de Bruxelas, menos uma hora em Lisboa, e as próximas horas dos líderes
europeus serão dedicadas ao crescimento e emprego nos Estados-membros da União Europeia (UE).

A agenda do encontro de hoje na capital belga, que devia inicialmente arrancar pelas 15h00, é dedicada ao crescimento e emprego, mas nela os chefes de Estado e Governo prosseguirão também a política de reforço da disciplina das contas públicas, com a aprovação do novo "pacto orçamental".

 

 


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Huuummmmm
Onde é que já ouvi esta?
Barroso programa desemprego jovem
A chanceler alemã, Angela Merkel, tentou esta segunda-feira minimizar a controvérsia em torno da proposta alemã de colocar a Grécia sob uma vigilância orçamental comunitária, afirmando que a prioridade é ajudar Atenas a cumprir as promessas e as reformas.

«Creio que estamos a debater um aspecto que devemos discutir», disse Merkel, citada pela Lusa, à entrada da cimeira informal de líderes da União Europeia (UE), a decorrer em Bruxelas.

A proposta alemã pretende responder à questão: «O que pode fazer a Europa para que a Grécia cumpra as medidas acordadas?», explicou Merkel aos jornalistas.

«Isso só poderá acontecer se a Grécia e os restantes Estados-membros abordarem» a questão durante as conversações, realçou a líder alemã.

Angela Merkel sublinhou que não quer gerar qualquer tipo de controvérsia, apenas criar espaço para um debate que possa gerar resultados positivos para os gregos.

O jornal «Financial Times» noticiou no Sábado que a Alemanha propôs que Atenas permita a uma autoridade vigiar o orçamento, incluindo as decisões sobre impostos e despesa pública.

O governo alemão confirmou a existência de propostas para nomear um comissário europeu que controle o orçamento da Grécia, sublinhando que os respectivos debates «estão ainda a um nível de trabalho abstracto», no âmbito do Eurogrupo.

Nota: Extrato A. Financeira
Barroso programa desemprego jovem

Sem palavras..

  Despacho do SEAF,

Pág 4485 do despacho, fresquinho!!!

ESTE "NÚNCIO" TEM OLHO DE "LINCE"... OS POBRES QUE PAGUEM A CRISE E OS TACHOS CONTINUAM !!! VEJAM A CONTRADIÇÃO!!!
E quer esta cambada tirar os magros subsídios a quem trabalha! Os tachos continuam. Mudam as moscas?.
 
Diário da República, 2.ª série ? N.º 217 ? 11 de Novembro de 2011
Gabinete do Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Despacho n.º 15296/2011
Nos termos e ao abrigo do artigo 11.º do Decreto -Lei n.º 262/88, de 23 de Julho, nomeio o mestre João Pedro Martins Santos, do Centro de Estudos Fiscais, para exercer funções de assessoria no meu Gabinete, em regime de comissão de serviço, através do acordo de cedência de interesse público, auferindo como remuneração mensal, pelo serviço de origem, a que lhe é devida em razão da categoria que detém, acrescida de dois mil euros por mês, diferença essa a suportar pelo orçamento do meu Gabinete, com direito à percepção dos subsídios de férias e de Natal.
O presente despacho produz efeitos a partir de 1 de Setembro de 2011.
9 de Setembro de 2011. ? O Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais,
Paulo de Faria Lince Núncio.
205324505
Expliquem-me como se eu fosse retardado. (ou talvez seja).

SALÁRIO + 2.000,00 EUR + SUBSIDIO DE FÉRIAS + SUBSIDIO DE NATAL (em regime de comissão de serviço).
...
lol
aldrabices.. mais aldrapices upon aldrabices... ainda ontem ouvia um executivo da City, Londres, que dizia que dois países vão sair da zona Euro.. quem será?? quem será?? o pai da criança...
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