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Barragem de Foz Tua vai avançar

Um investimento de €300 milhões, para uma obra que vai dar emprego directo a 1000 pessoas.
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É assim que vai ficar a foz do rio Tua dentro de quatro anos e meio. Uma barragem que continua envolta em polémica

A EDP anunciou esta semana que vai lançar o concurso para a empreitada de construção civil da barragem de Foz Tua, um dos mais polémicos dos 11 projetos do plano de expansão de capacidade de produção hidroelétrica.

As propostas, segundo a EDP, serão entregues em outubro. De acordo com o planeamento estabelecido, a adjudicação deste contrato e o arranque das obras deverão ocorrer no final do ano. A conclusão da empreitada está prevista para o início de 2015.

Fontes da elétrica presidida por António Mexia garantem que o Relatório de Conformidade Ambiental do Projeto de Execução (RECAPE) foi entregue às autoridades competentes em junho, estando atualmente em análise.
Este documento estabelece a forma como a EDP se propõe executar as medidas de minimização e compensação exigidas pela Declaração de Impacte Ambiental (DIA) emitida em maio.

Uma das últimas propostas da EDP em matéria ambiental visava a criação de um parque natural em torno das barragens do Sabor e do Tua, no Nordeste transmontano. O partido ecologista Os Verdes reagiu de forma violenta contra essa sugestão classificando-a como uma "hipocrisia gigantesca". Disse ainda que se trata de uma tentativa de a EDP "lavar a cara" perante as acusações de crime ambiental que várias entidades, nomeadamente as associações ambientalistas, têm vindo a fazer sobre a barragem do Tua.


Trabalho para 4000


Quanto ao projeto, será constituído por uma barragem em betão, do tipo abóbada, e por uma central subterrânea em poço equipada com dois grupos reversíveis (que podem fazer bombagem, ou, por outras palavras, repor a água na albufeira).

A potência total a instalar será de 263 megawatts. A obra terá ainda um circuito hidráulico subterrâneo e uma subestação compacta para ligação à rede, prevendo-se uma produção anual de 619 gigawatts.

O investimento total ronda os ¤300 milhões, a preços de 2010 e, segundo estimativas da EDP, criará 4 mil empregos, dos quais mil de forma direta.
Segundo a EDP, a barragem do Tua, situada no troço inferior do rio com o mesmo nome, perto da sua confluência com o rio Douro, foi objeto do primeiro concurso público lançado pelo Instituto da Água (INAG), no âmbito do Plano Nacional de Barragens.

Entretanto a eléctrica presidida por António Mexia fez saber que tem tem abertas as candidaturas ao programa "EDP Solidária Barragens" com €150 mil disponíveis para apoiar projetos sociais nas zonas abrangidas pelo novos empreendimentos hidroelétricos.

Esta é já a segunda edição do programa criado em 2009 com o propósito de apoiar os concelhos transmontanos onde a EDP está a construir a barragem do Sabor, onde acaba de anunciar o arranque das obras da barragem de Foz Tua e onde procede ao reforço de potência da barragem de Picote, no Douro.


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Oh Mexia pára lá com a Barragem do Tua!
Numa nota solta, lamentamos a desfaçatez do autarca moncorvense: é de facto notável que quem apoie a construção da megalómana barragem do Sabor se apresente agora com moralismos atestando que “A biodiversidade do Sabor é muto mais interessante do que a do Tua”. De facto, em política em Portugal, tudo é possível.

Manifestamo-nos portanto totalmente contra esta brincadeira de mal gosto, de quem vem para Trás-os-Montes destruir património e biodiversidade, e avança com propostas de parques naturais e núcleos museológicos, como se uma mão lavasse a outra.

A nossa proposta para a EDP é muito simples: se quer compensar os trasmontanos por perdas, pode começar a fazê-lo por cada grande barragem já construída, ao reforçar a potência instalada, e prevenindo desperdícios de caudal, e baixando a tarifa da electricidade na região que mais contribui com energia hidroeléctrica para Portugal. Se a sua vontade inabalável em trazer desenvolvimento se mantiver, pode também contribuir generosamente com os seus chorudos lucros e ordenados dourados para a reabertura, modernização e prolongamento da Linha do Tua. Construir a barragem do Tua, não.

Mirandela, 21 de Julho de 2010.

--
MCLT - Movimento Cívico pela Linha do Tua
http://www.linhadotua.net
Re: Oh Mexia pára lá com a Barragem do Tua!
Oh Mexia pára lá com a Barragem do Tua!
O MCLT – Movimento Cívico pela Linha do Tua, vem manifestar-se totalmente chocado com a série de eventos que ocorreram desde o passado dia 9 de Julho até hoje, relacionados com a Linha do Tua. Manifestamo-nos com grande pesar, pela evidência do desaparecimento de qualquer sentido de ética, de dever nacional e de respeito pelos princípios básicos da democracia, consagrados na Constituição da República Portuguesa, por parte de alguns intervenientes.

A impressionante sucessão de disparates proferidos pelo Ministro e pelo Secretário de Estado dos Transportes na comissão parlamentar sobre a Linha do Tua do passado dia 9 foi de um tal grau de ofensa e de manifesto desprezo por esta via-férrea e pelos trasmontanos, que a consideramos abusiva e reveladora da total disparidade deste Ministério ser representado por duas figuras tão indignas e hostis para Trás-os-Montes. Foi manifesta não só a incompetência, já demonstrada anteriormente pelo Secretário de Estado sobre a Linha do Corgo, mas também o grosseirismo. Como tal, o MCLT exige a DEMISSÃO imediata do Ministro António Mendonça, e do Secretário de Estado Carlos Fonseca, aproveitando para clarificar algumas das falsidades por si proferidas e sustentadas:
Requiem pela linha do Tua e demissão do Ministro
Oh Mexia pára lá com a Barragem do Tua!
1 - Se cada utente da Linha do Tua custasse ao Estado 29 mil euros por ano, e mesmo considerando uma procura média da Linha do Tua de 40 mil passageiros por ano (asfixiada graças à negligência da tutela, CP, REFER, e entidades de promoção turística), teríamos que a Linha do Tua custaria 1.160 milhões de euros por ano (300 milhões de euros menos do que custará o troço do TGV entre Poceirão e o Caia, e 500 milhões de euros a mais que os custos da CP durante 2009). Ora, sabendo que o Metro de Mirandela precisará de cerca de 30 mil euros por mês para honrar os seus compromissos, e considerando uma verba para conservação da linha em 250 mil euros por ano, a verba apontada como custo pelo Ministro daria para suportar a operação da Linha do Tua durante… mil e novecentos anos.

Lembramos ainda que a Linha do Tua foi, talvez e apenas a par de alguns serviços suburbanos e do Pendular, a única linha portuguesa onde a oferta era claramente inferior à procura; não precisamos lembrar os tristes episódios de excursões que não embarcaram na estação do Tua por falta de lugares, as dezenas de circulações que se efectuaram com a lotação esgotada, ou mesmo o episódio em que D. Duarte Pio não embarcou no comboio por falta de lugar e não ter sido dada autorização para engatar outra automotora, que estava totalmente disponível.

Oh Mexia pára lá com a Barragem do Tua!
Solicitamos também informação sobre qual o prémio a atribuir às populações do Oeste para desistirem de vez do comboio, uma vez que tendo comboios a sair e a chegar de estações tão periféricas como o Oriente ou Entrecampos-Poente, pudemos observar que à passagem pela estação de Agualva-Cacém estes transportam 5 ou 6 passageiros, diariamente. Opção: feche-se, ou renove-se e promova-se a Linha do Oeste, numa região considerada prioritária pelo PENT?

2 - Com 40 milhões de euros reabre-se a Linha do Tua entre o Tua e o Cachão; com 25 milhões de euros reabre-se a Linha do Tua entre a Brunheda e o Cachão; com 150 milhões de euros reabre-se a Linha do Tua do Tua a Bragança, com material de via melhor que o actual. A estação de Castanheira do Ribatejo custou 35 milhões de euros; o Estádio de Aveiro custou 62 milhões de euros; semelhanças: ambos estão às moscas. Voltamos a insistir: mesmo que a barragem do Tua seja feita, o espelho de água não chegará à Brunheda; porque continuam então os comboios confinados ao troço Mirandela – Cachão, que tantos prejuízos está a causar aos utentes, ao Metro de Mirandela, e à região?

3 - O EIA da Barragem do Tua afirma (e o MCLT já está cansado de o apontar): a zona envolvente não apresenta condições propícias ao transporte rodoviário de passageiros. Porque se continua a insistir no erro de tentar substituir a Linha do Tua com autocarros e as exasperantes estradas da região? Será que o Ministro e o Secretário de Estado as conhecem?
Oh Mexia pára lá com a Barragem do Tua!
Será que sabem que no troço encerrado entre Mirandela e Bragança os autocarros de substituição só duraram 5 anos, e custaram 90.000 passageiros à Linha do Tua, tendo registado acidentes com vítimas mortais e vários feridos?

4 - Como ficou bem demonstrado pelo professor da UTAD Rui Cortes – um dos intervenientes na execução do EIA da Barragem do Tua – no passado sábado num debate no Museu do Douro sobre a Barragem do Tua, “A ideia idílica de ter uma grande massa de água não se vai verificar. Pelo contrário, será uma situação muito desagradável com grandes variações de cota que não são propícias para fins turísticos”, proporcionando “um grande efeito de erosão e uma perda absoluta do solo em redor”, e afirmando ainda que “as emissões de gases de efeito de estufa a partir das grandes albufeiras representam cerca de quatro por cento do total de emissões a nível mundial”. São duas bandeiras da Barragem do Tua que, já mal sustentadas, caem de vez por terra, demonstrando uma vez mais não apenas a sua inutilidade como o seu poder destrutivo ambiental e do desenvolvimento económico-social.

5 - “Há uma dinâmica territorial que tem levado as pessoas para o Litoral”; “não é por criarmos oferta de transportes que se fixa as pessoas”, como o demonstra “a experiência mundial”; palavras do Secretário de Estado dos Transportes.
Oh Mexia pára lá com a Barragem do Tua!
De facto, nenhum trasmontano gosta da sua terra, e prefere mil vezes fugir para Lisboa a 400 ou 500Km de casa e enfrentar todos os problemas sociais derivados da sobrepopulação do território, a que lhe sejam garantidas condições de habitabilidade sem migrar para longe. Solicitamos ao senhor Secretário de Estado que, antes de abandonar as suas funções, o que fará imediatamente se tiver vergonha na cara, demonstre aos portugueses exactamente qual experiência mundial suporta que a criação de oferta de transportes não é uma condição de suma importância para a fixação das pessoas numa região.

A solução unimodal é apenas uma senhor Ministro: a Linha do Tua reaberta, modernizada e prolongada, do Tua a Bragança e ao Lago da Sanábria. As evidências apontam para isso, e é preciso ser cego, ou demagogo e motivado por interesses mesquinhos e danosos para o negar.

Perguntamos ainda aos senhores Ministros dos Transportes, do Ambiente (Portugal tem tido Ministério do Ambiente desde 2005?) e da Cultura, se sabiam destes factos. Agora que sabem, endereçamos-lhes uma pergunta muito simples: o que vão fazer a partir de agora, se é que têm competência para o saber fazer, porque de “nins” ou artifícios não reza a História do Desenvolvimento.

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Oh Mexia pára lá com a Barragem do Tua!
Perguntamos ainda aos senhores Ministros dos Transportes, do Ambiente (Portugal tem tido Ministério do Ambiente desde 2005?) e da Cultura, se sabiam destes factos. Agora que sabem, endereçamos-lhes uma pergunta muito simples: o que vão fazer a partir de agora, se é que têm competência para o saber fazer, porque de “nins” ou artifícios não reza a História do Desenvolvimento.

Mas como a falta de ética e sentido de realidade e respeito não é patente apenas no Ministério dos Transportes, foi hoje noticiado que a EDP, em pleno ano internacional da biodiversidade, propôs a criação de um parque natural que englobe a área das barragens do Baixo Sabor e de Foz Tua. Uma empresa que está obstinadamente apostada em destruir dois vales praticamente intocados, plenos de biodiversidade e valor paisagístico, a propor a criação de parques naturais, é de um mau gosto demagógico inqualificável. Pedimos também um esclarecimento sobre qual dos dois está claramente a mentir: se o senhor Ferreira da Costa, administrador da EDP Produção, ao dizer que a Associação de Municípios do Baixo Sabor deu o seu aval à criação de um parque no vale do Sabor, ou o senhor Aires Ferreira, autarca de Moncorvo e presidente da Associação de Municípios do Baixo Sabor, ao classificar este parque como “uma ideia que não tem pés nem cabeça”; a confusão é evidente.

 
FAZEM ASNEIRAS E DEPOIS SENTEM-SE DESGASTADOS
Quem não quer ser lobo não lhe veste a pele.

Se querem ser justos podem aumentar a potência das barragens adjacentes e deixar o Tua em paz.

Se tentarem começar a barragem vão-se arrepender 1 milhão de vezes.

A FORÇA DA RAZÃO VENCERÁ!

POVO DE PORTUGAL APOIEM A NOSSA LUTA!

JUNTOS VENCEREMOS!

VIVA PORTUGAL!
Crime contra a Humanidade matar paisagem mágica
Tive o privilégio de andar nas velhas linhas do Tua, do Tâmega, do Corgo e do Sabor em fins dos anos 60 e início dos anos 70 e guardo-as na memória como das mais belas experiências paisagísticas porque passei. Muito mais que fazer o Danúbio de barco entre Budapeste e Viena, que é das vias turísticas da Europa.
Como é possível que uma das mais belas paisagens de todo o Mundo, que inclui o Douro até Barca de Alva e as referidas linhas do Tua, do Tâmega, do Sabor e do Corgo estejam ao abandono e não ao serviço da Humanidade, como merecem?
A destruição ambiental e paisagística desta zona é um crime que tem de ser evitado e só governantes e presidentes de câmara broncos e sem qualquer sentido de estética natural podem dar luz verde à construção de barragens a eito que vão assassinar um tesouro da Natureza.
Quantos milhões de turistas europeus, asiáticos e americanos não pagariam de bom grado o que fosse preciso para viajarem naquelas linhas de sonho e serem extasiados por aquelas paragens mágicas?
Portugal não pode estar sujeito a crimes desta natureza autorizados por governos cegos e avaros dos comissões de patos-bravos e banqueiros.
Fora com esta corja que assassina sem piedade a beleza do País em nome de uma duvidosa poupança de energia.
sai pinoquio
quer dizer que a angariaçao de assinaturas por milhares de pessoas nao serviu de nada, mas que m...de democracia é essa, temos é uma opçao dinamitar aquilo ou ir provocando acidentes nas obras ate desistirem, so quem nunca foi a essa zona do rio tua nao sabe das belezas que estao ali e que com um turismo bem organizado daria prosperidade infinita as populaçoes residentes na sua margem...mas a ganancia é muita desses politicos de meia tigela
onde anda a memória
morreram muitos trabalhadores a contruir a linha do tua e agora vao encobrir a memória e o esforço dos que trabalharam na linha de comboio mais bonita do mundo..seus ignorantes e estupidos a deitar fora o ouro do futuro e do presente, o turismo.....
Holocausto hídrico no Tua e no Sabor
Vão destruir das mais belas paisagens de Portugal para aumentar a produção da energia eléctrica em pouco mais de 0,7%. Se o Tua e Sabor fossem localizados perto de Lisboa, de certeza absoluta, que estes dois projectos eram rejeitados pela opinião pública em poucos dias. O problema é que a maioria da população portuguesa não conhece nem as paisagens do Tua e do Sabor
Rigor
Sem por em causa todos os outros aspectos como a destruição ambiental e paisagística com reflexos negativos no turismo de qualidade e no nosso património só para satisfazer a gula e avareza de alguns , gostava que estas notícias tivessem um pouco de rigor porque quando se fala na criação de empregos é na construção( que são temporários )? ou é em pleno funcionamento ( que é um nº escasso de funcionários )?
Re: Rigor
onde andam as gravuras
este pinoquio qdo foi do coa andou a berrar por todo lado, agora que a pinocada esta no governo nao lembram-se do que disseram no passado..vai-te embora ´´o pinóquio
Que país é este?
Como se manipula a informação:

Lamento que o Expresso também tenha caído nesta

Título

Barragem de Foz Tua vai avançar

notícia

A EDP anunciou esta semana que vai lançar o concurso para a empreitada de construção civil da barragem de Foz Tua,

que o Relatório de Conformidade Ambiental do Projeto de Execução (RECAPE) foi entregue às autoridades competentes em junho, estando atualmente em análise.

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PERGUNTO EU COMO S'ABEM ESTES SENHORES QUE O RECAPE É APROVADO?

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