0
Anterior
Pestana vai gerir complexo Vila Sol no Algarve
Seguinte
Gastronomia portuguesa premiada em Paris
Página Inicial   >  Economia  >  Turismo  >   Barcos-casa são sucesso em Alqueva

Barcos-casa são sucesso em Alqueva

A Amieira Marina, empresa que gere os barcos-casa na barragem do Alqueva, diz que as dormidas neste segmento turístico aumentaram 21%.
|

Dormir num Barco-Casa navegando no Grande lago do Alqueva é cada vez mais um destino turístico do Alentejo. Em 2010, a Amieira Marina, empresa que gere aquelas embarcações, viu aumentar em 21 por cento as dormidas atingindo 425 contra 351 em 2009.

O número de reservas de Barcos-Casa subiu 15,5 por cento em 2010, atingindo 446 utilizações contra 386 do ano anterior, os números da Amieira Marina têm vindo em crescendo desde 2007: 174 no ano de abertura; 316 em 2008; 386 em 2009; e 446 no ano passado.

A Amieira Marina também gere os barcos de cruzeiro, através da Gescruzeiros, que finalizou o ano com 26.950 passageiros, número inferior ao ano anterior.

As razões para o decréscimo são várias, apontando a empresa o "Inverno chuvoso de 2010 que limitou a operação durante os meses de Inverno, tanto pelas condições climatéricas como pelo facto de que alguns cais estiveram inacessíveis durante alguns períodos.

Acresce-se ainda que sensação de crise que se instalou em Portugal" terá condicionado o público-alvo desta actividade, particulares e empresas, já que estes segmentos se encontram a atravessar um período difícil quer pelo segmento de mercado quer o mercado empresarial.

A Amieira Marina é uma empresa da Nautialqueva - Serviços Náuticos, Lda. e é o primeiro projecto náutico ao nível do plano de água do Grande Lago, envolvendo actividades de aluguer, manutenção e parqueamento de embarcações, serviços de restauração, loja de conveniência e artigos náutico-desportivos.


Opinião


Multimédia

Cheesecake com manjericão e doce de tomate

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Voámos num F-16

Um piloto da Força Aérea voou com uma câmara GoPro do Expresso e temos imagens inéditas e exclusivas para lhe mostrar num trabalho multimédia.

Salada de salmão com sorvete de manga

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Por faróis nunca dantes navegados

São a salvaguarda dos navegantes, a luz que tranquiliza o mar. Há 48 faróis em Portugal continental e nas ilhas. Este é um acontecimento único: todos os faróis e 1830 km de costa disponíveis num mesmo trabalho. Para entendê-los e vê-los, basta navegar neste artigo.

Parecem casulos onde gente hiberna à espera de ver terra

No Porto de Manaus não há barcos, mas autocarros bíblicos que caminham sobre água. Têm vários andares e estão cheios de camas de rede que parecem casulos onde homens, mulheres e crianças aguardam o destino. E há gente a vender o que houver e tiver de ser junto ao Porto. "Como há Copa, tem por aí muito gringo que vem ter com 'nóis'. E então fica mais fácil vender"

O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

Jaguar volta a fabricar desportivo dos anos 60

Até ao verão será fabricado um número limitado de desportivos Jaguar E-Type Lightweight, seguindo todas as especificações originais, incluindo a continuação do número de série das unidades produzidas em 1963.

"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

Mais do que uma manifestação, o 'primeiro' 1º de Maio é recordado como a grande festa da Revolução dos Cravos, quando o povo saiu às ruas em massa e a união das esquerdas era um sonho possível. "O 1º de Maio seria mais uma primeira coisa, porque naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas." Foi há 40 anos.

Este trabalho não foi visado por qualquer comissão de censura

Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


Comentários 0 Comentar

Últimas

Pobres de nós

O facto da pobreza ser fundamentalmente relacional ...

Ver mais

Edição Diária 17.Abr.2014

Leia no seu telemóvel, tablet e computador
PUBLICIDADE

Pub