23/05/2012 atualizado às 14:58
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Balsemão:"Paz social é fundamental para que esforços tenham êxito"

Presidente do grupo Impresa defendeu que o entendimento entre o Governo e os parceiros é "importante" e sublinhou que "é preciso aumentar a produtividade". 

8:19 Quarta feira, 18 de janeiro de 2012

O presidente da Impresa, Pinto Balsemão, destacou hoje a importância do acordo alcançado entre o Governo e os parceiros sociais salientando que os esforços pedidos aos portugueses só resultarão num cenário de paz social.

"O entendimento entre o Governo e os parceiros é importante. A paz social  é fundamental para que os esforços tenham êxito", disse Balsemão aos jornalistas,  na entrega dos prémio da revista Exame, sublinhando que desconhece os pormenores do acordo.

O presidente da Empresa considerou ainda que "quando se chega a um acordo às 3 da manhã não é importante saber quem ganhou, não há vencidos nem vencedores".

Ainda a propósito do compromisso para a competitividade, Crescimento  e Emprego, Francisco Balsemão defendeu que "é preciso aumentar a produtividade",  sublinhando que "a politica de salários baixos é errada".

Palavras-chave  Economia
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É curioso
Monroe (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 10:54 | Quarta feira, 18 de janeiro
que se fale sempre em aumentos de produtividade e em esforços por parte dos trabalhadores, mas nunca se refira as contrapartidas dadas aos mesmos por parte dos empresários.
Nos tempos atuais, deparamo-nos com a existência de apenas duas fações: os trabalhadores num extremo e os empresários no outro. É claro que quase sempre foi assim, em termos históricos. Mas hoje, todos os fatores e divergências que os separam parecem ser cada vez profundos e mais difíceis de ultrapassar, pois ninguém está disposto a fazer cedências, sobretudo no que aos grandes empresários se refere: é que a parte mais fraca tem sempre, em última instância, de acatar o que a parte mais forte decide.
Foi assim com o acordo de concertação social de ontem, por exemplo: a meia hora (já de si lançada pelo governo com a intenção pré-definida de a deixar cair no final, pois era totalmente absurda), foi substituída por medidas que não beneficiam em nada o trabalhador. Ou seja: se as centrais sindicais não queriam aceitar os cortes nas férias ou o fim dos feriados ou a diminuição dos pagamentos às horas extraordinárias (só para dar alguns exemplos), tiveram de o fazer para não deixar passar a malfadada meia hora. Meia hora essa que o governo nunca teve verdadeira intenção de nos impingir. Ou seja (ainda): fomos bem enganadinhos, não fomos?

E querem paz social?!
 
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    Re: É curioso    Ver comentário
a_Razao (seguir utilizador), 1 ponto , 21:49 | Quarta feira, 18 de janeiro
PB
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 9:30 | Quarta feira, 18 de janeiro
Um empresário de sucesso onde sempre pautou pelos salários justos e aí se vê o progresso da empresa, empregado satisfeito empresa de sucesso.
Mas o que temos tido são políticos que quando entram para o governo utilizam logo uns óculos de pala para olharem só para os seus benefícios.
 
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GUERRA ... MAIS QUE DECLARADA ...
CENSURADO SARL (seguir utilizador), 2 pontos , 11:56 | Quarta feira, 18 de janeiro
Quando se declara Guerra ... e os ataques não cessam ... não se pode pedir Paz ...

Aguentem aí mais uma morteirada ... mais uma bomba ... mais um golpe de espada ... mas não se mexam ... deixem-se estar quietinhos ... que é tudo para vosso bem ...

Balelas ...balelas ...

  A Paz promove-se ... não se faz a Paz ... fazendo a Guerra ...
 
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    Re: GUERRA ... MAIS QUE DECLARADA ...    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 12:19 | Quarta feira, 18 de janeiro
A loja Mozart não trouxe paz social
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 12:14 | Quarta feira, 18 de janeiro
É preciso extirpar esses "músicos" da tão necessria harmonia nacional.
 
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Não é por este caminho...
Franco5612 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:11 | Quarta feira, 18 de janeiro


Que se conseguirá paz social...

A paz social consegue-se pela redistribuição dos lucros e pelo envolvimento dos trabalhadores nos objectivos das empresas...

O que cedeu o patronato/capital nesta farsa de acordo?

Alguém disse que...

temos de tratar dos pobres antes que eles tratem de nós...

e é bem verdade. Não é por os desafortunados (malandros para alguns) a pedir uma sopa na caridadezinha...
 
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Hospedeiros e parasitas
alix07 (seguir utilizador), 2 pontos , 22:19 | Quarta feira, 18 de janeiro
Quando os esforços só são feitos pelos mesmos de sempre , e pelo contrário em que os lucros desse esforço , só vão para os mesmos de sempre , cuja eficácia é digna de uma grande evolução e estatuto parasitário , só se manterá a paz social , se os mesmos de sempre se deixarem comer mais uma e mais outras vezes.

Não sejam é gananciosos , não chupem é demasiado , porque ou podem matar o hospedeiro , ou a falta lhe virar a cabeça e este virar-sse contra o parasita.
 
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Paz?
fumarola (seguir utilizador), 1 ponto , 16:16 | Quarta feira, 18 de janeiro
O que o tio quis dizer, foi "come e cala-te"
 
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Esforços de quem?
bivolta (seguir utilizador), 1 ponto , 17:34 | Quarta feira, 18 de janeiro
Lá vem este com conversa de chacha.

Mais 2 mil milhões para as caridades catolicas.
Deviam dar a mesma quantia para os jeová, budistas e outras.

Para as graficas vem por via da UE ma sai dos mesmos agitadores, que têm a infelicidade de trabalhar para comer.
 
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Tempo de antena?
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 18:15 | Quarta feira, 18 de janeiro
Ou apenas um pouco de sabujice de alguém dentro do Expresso?
 
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MEIA HORA A MAIS
luigi1969 (seguir utilizador), 1 ponto , 7:50 | Quinta feira, 19 de janeiro
É vergonhoso, iludirem os portugueses desta maneira, o Governo decreta que os trabalhadores terão de fazer mais MEIA HORA por dia. Reparei que no dia seguinte a esta tomada de posição, o Pres. da CIP e vários empresários disseram logo que não fazia sentido nenhum. Agora, durante a concertação social, reparo que o Srº António Saraiva Maçonnn (Pres. da CIP) disse logo que se retirassem a MEIA HORA, queria compensação e só aceitava com alternativas. Sou obrigado a pensar que isto tudo foi cozinhado. Seis meses para este resultado, tenham vergonha. E para quando a avaliação dos empresários?
 
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