O Presidente do Líbano, Michel Sleimane, rejeita a possibilidade de ter ocorrido qualquer acto de terrorismo ou de sabotagem no avião etíope que caiu na madrugada de hoje no Mar Mediterrâneo, pouco depois de ter descolado de Beirute.
"Até agora, esse cenário está a ser rejeitado", frisou Michel Sleimane.
A Agência Nacional de Notícias Libanesa, ANN, noticiou que o Boeing 737 da Ethiopian Airlines perdeu contacto com a torre de controlo pelas 2h00 locais (0h00 TMG e em Lisboa), meia hora depois de ter levantado voo do aeroporto internacional Rafiq Hariri.
A bordo encontravam-se 90 pessoas.
Avião seguia para Addis Abeba
O Exército libanês e a Força Interina da ONU no Líbano (FINUL) já iniciaram as buscas do Boeing 737 da Ethiopian Airlines, noticiaram entretanto os media libaneses. Pensa-se que o avião, que se dirigia para Addis Abeba, caiu no mar, logo após a localidade de Naame, perto de Beirute.
Em conferência de imprensa, o ministro dos Transportes libanês, Ghazi Aridi, disse que no aparelho viajavam 90 pessoas de diversas nacionalidades, nomeadamente libaneses, etíopes, sírios, canadianos, russos e franceses.
O governante adiantou que as causas do acidente de aviação podem estar relacionadas com o mau tempo, embora não tivesse referido pormenores. Por seu turno, a rádio Voz do Líbano comentou que o aparelho poderá ter sido atingido por um raio.
Segundo uma fonte que pediu para não ser identificada, viu-se uma bola de fogo no momento em que o avião se despenhou.