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16:26 Segunda feira, 21 de maio de 2012
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Carlos Manuel Moutinho Paiva dos Santos, conhecido por Camané, nasceu em Oeiras, em 1967.
Aos 10 anos já construía os seus próprios fados através das palavras de poetas populares, que adaptava para as melodias dos fados que conhecia.
Hoje em dia, com 6 discos editados, é um dos fadistas portugueses mais conhecidos e reconhecidos.
Ao longo dos anos tem colaborado com alguns nomes maiores da cultura portuguesa como José Mário Branco e Manuela de Freitas, entre outros.
É o irmão mais velho dos também fadistas Helder Moutinho e Pedro Moutinho.
Dá voz às palavras de muitos poetas portugueses quando os escolhe para as canções.
Camané, o fadista que diz que os fados são histórias sobre diferentes estados de espírito que é preciso encontrar, é o próximo convidado da Avenida de Poemas.
Uma tertúlia com os jornalistas Raquel Marinho (SIC) e José Mário Silva (Expresso) sobre os poemas da sua vida.
Para ver dia 22, terça-feira, às 22h, no palco do Teatro Tivoli (entrada livre), ou aqui, no site do Expresso, em direto.
Tramissão em direto cedida por Arte Institue
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www.expresso.pt
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20:00 Sexta feira, 20 de abril de 2012
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Crítico literário, cronista, bloguer, poeta e comentador radiofónico, Pedro Mexia converteu-se numa figura rara: um intelectual que olha para a realidade do nosso tempo e a interpreta a partir das suas próprias idiossincrasias. Apesar das muitas diferenças que os separam (ideológicas, de estilo, etc.), ele tem claramente perfil para ocupar o lugar deixado vago por Eduardo Prado Coelho na cultura portuguesa. Formado em Direito e com experiência directiva na Cinemateca Portuguesa, Mexia assume-se desde sempre como homem de letras, alguém que escolheu o caminho da literatura e nunca mais voltou atrás. Por dever de ofício e não só, tem acompanhado de perto a poesia que se vai escrevendo em Portugal, mas também o que publicam muitos poetas estrangeiros, sobretudo em língua inglesa (nunca escondeu, de resto, a sua anglofilia).
No próximo Avenida de Poemas, falará dessas experiências de leitura, da sua descoberta de certos autores e dos poemas concretos que foram iluminando a sua vida, numa tertúlia sem guião, moderada por Raquel Marinho (jornalista da SIC) e por José Mário Silva (coordenador da secção de livros do Expresso).
Dia 23, segunda-feira, às 21h30, no palco do Teatro Tivoli.
Tramissão em direto cedida por Arte Institue
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17:51 Segunda feira, 16 de janeiro de 2012
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A Avendia de Poemas, moderada pela jornalista da SIC Raquel Marinho e pelo jornalista do Expresso José Mário Silva, recebe hoje, às 21h30, Francisco José Viegas no palco do Teatro Tivoli, em Lisboa. Se não puder estar presente, assista aqui no site do Expresso, em direto.
Ao longo da vida, Francisco José Viegas já foi muitas coisas: professor assistente de Linguística, jornalista, apresentador de programas televisivos sobre livros, gastrónomo amador, viajante, ficcionista, poeta, director da Casa Fernando Pessoa, especialista em cervejas e charutos, adepto ferrenho do Futebol Clube do Porto, editor, cronista, opinion maker e político (é o actual Secretário de Estado da Cultura). Em todas estas facetas, o denominador comum é uma certa forma de entusiasmo desprendido, sem ilusões mas também sem cinismo. Viegas é alguém que cultiva e aprecia os grandes e os pequenos prazeres da existência. Um hedonista, um epicurista, um bon vivant (no sentido em que procura o que há de bom na vida).
Transmontano de boa cepa, está quase a comemorar um aniversário redondo (faz 50 anos a 14 de Março). No próximo Avenida de Poemas falará da passagem do tempo e dos poemas que foram marcando o seu caminho, numa tertúlia temática mas sem guião, intercalada com a leitura de poemas, moderada pela jornalista da SIC Raquel Marinho, e pelo jornalista do Expresso José Mário Silva.
Hoje, dia 16, às 21h30, no palco do Teatro Tivoli, ou aqui, no site do Expresso, em direto.
Tramissão em direto cedida por Arte Institue
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19:00 Terça feira, 20 de dezembro de 2011
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A Avendia de Poemas, moderada pela jornalista da SIC Raquel Marinho e pelo jornalista do Expresso José Mário Silva, recebe hoje, às 21h30, Nuno Artur Silva no palco do Teatro Tivoli, em Lisboa. Se não puder estar presente, assista aqui no site do Expresso, em direto.
Se tivesse que escolher uma forma simples de se apresentar num cartão de visita, citaria Jorge Luís Borges, e escreveria "Nuno Artur Silva, contemporâneo".
Nasceu em Lisboa, no dia 5 de Outubro de 1962.
É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade Nova de Lisboa.
Fundador e director-geral da Produções Fictícias, agência e rede criativa, e fundador e director-geral do Canal Q.
Foi professor de Português, e com o primeiro ordenado publicou o primeiro livro de Poemas - Onde o Olhar.
Publicou depois vários outros livros, entre os quais "As Aventuras De Filipe Seems", de banda desenhada e "As Passagens Do Tempo", um livro de notas à volta do tempo, que considera a sua melhor publicação.
Nuno Artur Silva foi actor de um grupo alternativo, vagamente intelectual (diz o próprio), literato, professor, humorista, guionista, e uma série de outras coisas que na sua opinião não adiantam porque "desde que apareço na televisão, sou simplesmente conhecido como 'aquele gajo do Eixo ou lá o que é'".
"O gajo do Eixo do Mal é muito mais do que isso, e vai ser também o próximo convidado da Avenida de Poemas, para uma conversa à volta das suas escolhas poéticas.
Uma tertúlia temática mas sem guião, intercalada com a leitura de poemas, moderada pela jornalista da SIC Raquel Marinho, e pelo jornalista do Expresso José Mário Silva.
Hoje, dia 20, às 21h30, no palco do Teatro Tivoli, ou aqui, no site do Expresso, em direto.
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12:30 Terça feira, 22 de novembro de 2011
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Hoje à noite, pelas 21h30, subimos ao palco do Teatro Tivoli. Vamos dizer poesia e conversar sobre as escolhas poéticas da nossa convidada, Pilar del Rio.
A fechar a noite, o vencedor do último Poetry Slam do Musicbox, Víton Araújo.
A tertúlia será também transmitida em directo aqui no site do Expresso, através de Live Streaming.
Até já.
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13:55 Segunda feira, 21 de novembro de 2011
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Há poemas que nos salvam. Há poemas que nos ajudam a sobreviver. Há poemas que nos ensinam a respirar. E outros que nos ensinam a cair. São esses poemas essenciais da vida de cada um que traremos para as conversas da 'Avenida de Poemas'.
Os versos escolhidos pelos convidados (figuras públicas quase sempre distantes do mundo literário) servindo de mapa para deambulações pelas suas facetas menos conhecidas.
E porque a poesia é "liberdade livre", como escreveu António Ramos Rosa, faz todo o sentido que ela desça justamente à Avenida da Liberdade, ao palco do Teatro Tivoli, uma vez por mês, com o público lá em cima, junto aos protagonistas, no lugar onde as palavras são ditas.
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