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Cristina Margato

Cristina Margato

Jornalista

Por acreditar que "nós não somos nada, o que procuramos é tudo" (como o poeta Oval H. Hauge), o jornalismo não tem sido, para mim, outra coisa senão uma preciosa ferramenta ao serviço da vontade de entender o mundo, há mais de 25 anos. Foi também a curiosidade que me fez andar de escola em escola. Licenciei-me em Comunicação Social e segui para mestrado em Relações Internacionais-Estudos Europeus (ISCPS), para mestrado em Estudos Culturais Americanos (FLUL) e para pós-graduação em "Culturas e Discursos Emergentes" (FCSH/Nova). A fotografia levou-me ao Ar.Co e é o hobbie de todos os dias. Até chegar ao Expresso, onde sou jornalista desde 2000, trabalhei no Diário Económico, no Diário de Noticias, e na rádio XFM. Em 2010, estreei-me em televisão, com o documentário "As Cordas de Amália" (RTP).

  • Um filme sobre a saudade para nos proibir de dizer a palavra saudade

    Sociedade

    Cristina Margato

    Uma das figuras mais importantes da vida portuguesa, aquela que mais terá pensado sobre a identidade nacional, fez 95 anos esta quarta-feira. Eduardo Lourenço, o homem que atravessa a vida interrogando-se e interrogando a nossa alma. Um documentário de Miguel Gonçalves Mendes homenageia-o. Também nos questiona enquanto portugueses. O filme estreia nos cinemas esta quinta-feira

  • Um filme sobre a saudade para nos proibir de dizer a palavra saudade

    Diário

    Cristina Margato

    Uma das figuras mais importantes da vida portuguesa, aquela que mais terá pensado sobre a identidade nacional, fez 95 anos esta quarta-feira. Eduardo Lourenço, o homem que atravessa a vida interrogando-se e interrogando a nossa alma. Um documentário de Miguel Gonçalves Mendes homenageia-o. Também nos questiona enquanto portugueses. Pode ser visto na RTP1 pelas 21h desta quarta-feira ou revisto depois nos operadores com gravações automáticas

  • O sono das mulheres não é igual ao dos homens. É pior. E a razão é biológica

    Diário

    Cristina Margato

    Tirem todas as questões sociológicas e culturais da equação: o trabalho, a vida doméstica, os filhos, as doenças, as correrias entre as várias responsabilidades femininas. Mesmo assim o sono das mulheres será diferente. Porque, para começar, o cérebro também o é, já para não falar da ditadura das hormonas. Um cromossoma diferente equivale a outro “cronossono”. É uma das possíveis conclusões a tirar no segundo dia do Lisbon Sleep Summit, exclusivamente dedicado ao “Sono nas Mulheres”

  • O papelinho com códigos secretos do 25 de Abril

    Sociedade

    Cristina Margato

    Durante 44 anos um papel pequenino permaneceu esquecido num arquivo muito particular: o de Sousa e Castro, um dos homens que esteve na génese do 25 de Abril, encarregado de entregar os últimos planos traçados por Otelo Saraiva de Carvalho para a operação militar que teria lugar no dia 24. O papel foi descoberto por um dos voluntários da Ephemera - Arquivo e Biblioteca de José Pacheco Pereira, Joaquim Matos. O Expresso falou com o próprio Sousa e Castro, com Otelo Saraiva de Carvalho e também com a historiadora Maria Inácia Rezola, reconstituindo parte do que aconteceu na noite e madrugada de 23 para 24, e que dá contexto a essa pequena nota

  • O papelinho com códigos secretos do 25 de Abril

    Diário

    Cristina Margato

    Durante 44 anos um papel pequenino permaneceu esquecido num arquivo muito particular: o de Sousa e Castro, um dos homens que esteve na génese do 25 de Abril, encarregado de entregar os últimos planos traçados por Otelo Saraiva de Carvalho para a operação militar que teria lugar no dia 24. O papel foi descoberto por um dos voluntários da Ephemera - Arquivo e Biblioteca de José Pacheco Pereira, Joaquim Matos. O Expresso falou com o próprio Sousa e Castro, com Otelo Saraiva de Carvalho e também com a historiadora Maria Inácia Rezola, reconstituindo parte do que aconteceu na noite e madrugada de 23 para 24, e que dá contexto a essa pequena nota

  • “O objetivo da PIDE era que as pessoas falassem mesmo quando já sabia o que elas iriam responder”

    Sociedade

    Cristina Margato

    Ana Aranha e Carlos Ademar lançaram recentemente “Memórias do Exílio” (Parsifal, 2018), um livro que recolhe testemunhos daqueles que não puderam ou não quiseram viver no Portugal oprimido, anterior ao 25 de Abril. A poucos dias de se comemorarem os 44 anos da Revolução, outra obra dos mesmos autores volta à discussão. Trata-se de “No Limite da Dor - A Tortura nas Prisões da PIDE”

  • “O objetivo da PIDE era que as pessoas falassem mesmo quando já sabia o que elas iriam responder”

    Diário

    Cristina Margato

    Ana Aranha e Carlos Ademar lançaram recentemente “Memórias do Exílio” (Parsifal, 2018), um livro que recolhe testemunhos daqueles que não puderam ou não quiseram viver no Portugal oprimido, anterior ao 25 de Abril. A poucos dias de se comemorarem os 44 anos da Revolução, outra obra dos mesmos autores volta à discussão. Trata-se de “No Limite da Dor - A Tortura nas Prisões da PIDE”

  • A controvérsia sobre um Museu que ainda não existe. Descobertas ou Expansão?

    Cultura

    Cristina Margato

    Já vai em mais de cem o número de académicos que são contra a possibilidade de Lisboa vir a ter um "Museu das Descobertas". Numa carta, que o Expresso publica abaixo, historiadores, especializados na história do império português , e cientistas sociais explicam porque é que um museu dedicado à expansão portuguesa nunca deverá ter esta designação. A ideia de criar na capital uma instituição como esta foi defendida no programa eleitoral de Fernando Medina, eleito presidente da câmara de Lisboa. Os signatários da carta consideram o nome "Museu das Descobertas" um erro de perspectiva. A lista de signatários não tem parado de aumentar desde que a carta foi tornada pública,na última quinta-feira. Aos portugueses juntaram-se desde então investigadores vinculados às universidades de Harvard, Yale, e UCLA, nos Estados Unidos, ao Collège de France, Sorbonne, EHESS, Paris e a EPHE, Paris, às principais universidades brasileiras, São Paulo, Universidade de Campinas, Universidade Federal da Baía, Universidade Federal Fluminense, o University College London, UK, ou a Universidad Complutense de Madrid.