Siga-nos

Perfil

Expresso

Manuela Goucha Soares

Manuela Goucha Soares

Jornalista

Chegou ao Expresso em finais de 1988 e ao jornalismo dois anos antes. Veio porque gosta de escrever, de escutar pessoas e de confrontar pontos de vista em busca da verdade e de uma sociedade mais igual. Detesta falsidades escorregadias, preferindo gente lutadora (mesmo que com mau feitio) a simpáticos songas-mongas . Em 2009 publicou a biografia "Marcello Caetano – O Homem que perdeu a Fé" e em 2006 a "Fotobiografia de Ramalho Eanes"; nesse mesmo ano foi coautora do livro "Primeiras-damas", publicado pelo Museu da Presidência. Pelo caminho estão outros livros, alguns para crianças, muitas reportagens que a desafiaram e obrigaram ao consumo excessivo de chocolates. Licenciou-se em Comunicação e pós-graduou-se em Estudos Portugueses. Foi uma das fundadoras do 'Superglamorosas', um blogue sobre cancro de mama já desativado, e gere uma página no Facebook de apoio a esta guerra tramada.

  • A história do dia que em 48 anos só foi feriado duas vezes

    Diário

    Manuela Goucha Soares

    Um dos mais célebres discursos doutrinários do salazarismo - “Não discutimos Deus e a virtude; não discutimos a Família e a sua moral...” - foi proferido num feriado ocasional, a 28 de maio. A ditadura do Estado Novo durou meio século, mas teve uma relação ambígua com o dia em que nasceu, em parte por razões economicistas, em parte porque o 28 de maio não celebrava a chegada de Salazar ao poder

  • A saga do clã Carrascalão

    Diário

    Manuela Goucha Soares

    A família Carrascalão é o clã mais conhecido de Timor e a sua saga um testemunho vivo do sofrimento do povo timorense. Netos do régulo de Wehali, os 12 filhos do deportado político Manuel Viegas Carrascalão têm orgulho na sua origem mestiça. No dia em que morreu um dos irmãos Carrascalão, Mário, republicamos o artigo de 1 de maio de 1999 da Revista do Expresso

  • As visões que o Estado Novo silenciou

    Multimédia

    Carlos Alberto diz que viu Nossa Senhora nove vezes. O caso encheu as primeiras páginas de muitos jornais nacionais em 1954. O vidente tinha 11 anos, foi observado por psiquiatras, esteve na casa do diretor da cadeia de Alcoentre e foi inquirido por autoridades civis e religiosas. A censura proibiu a circulação de um livro que relata o sucedido e a PIDE abriu um processo, pouco depois de Portugal ter perdido um enclave do império colonial na então Índia portuguesa. O culto continua, 63 anos depois

  • As visões que o Estado Novo silenciou

    Multimédia

    Carlos Alberto diz que viu Nossa Senhora nove vezes. O caso encheu as primeiras páginas de muitos jornais nacionais em 1954. O vidente tinha 11 anos, foi observado por psiquiatras, esteve na casa do diretor da cadeia de Alcoentre e foi inquirido por autoridades civis e religiosas. A censura proibiu a circulação de um livro que relata o sucedido e a PIDE abriu um processo, pouco depois de Portugal ter perdido um enclave do império colonial na então Índia portuguesa. O culto continua, 63 anos depois

  • As visões que o Estado Novo silenciou

    Diário

    Carlos Alberto diz que viu Nossa Senhora nove vezes. O caso encheu as primeiras páginas de muitos jornais nacionais em 1954. O vidente tinha 11 anos, foi observado por psiquiatras, esteve na casa do diretor da cadeia de Alcoentre e foi inquirido por autoridades civis e religiosas. A censura proibiu a circulação de um livro que relata o sucedido e a PIDE abriu um processo, pouco depois de Portugal ter perdido um enclave do império colonial na então Índia portuguesa. O culto continua 63 anos depois

  • O capitão que quase enganou a tristeza

    Multimédia

    A história definitiva do homem certo no sítio certo no dia certo. Que falava alto, que cantava desafinado, que não se encolhia, que foi maltratado depois de protagonizar História, que enganou enquanto pôde o que a tristeza lhe tirou na infância e na morte – o direito a ter o que é devido. Um herói português. No dia em que se comemora os 43 anos do 25 de Abril de 1974, o Expresso republica um trabalho multimédia sobre Salgueiro Maia, o militar que ficou conhecido como “capitão sem medo” e liderou no terreno o movimento que levaria à queda da ditadura

  • Como os jornais das ex-colónias viram o 25 de Abril (que só lá chegou a 27... ou 28)

    Sociedade

    Manuela Goucha Soares

    Três dias depois da Revolução dos Cravos, que acabou com a guerra colonial, o matutino “Província de Angola” ainda tinha escrito na 1ª página “Visado pela Censura”. No 43º aniversário do 25 de Abril de 1974, o Expresso recorda 43 primeiras páginas dos jornais que se liam em Angola, Cabo Verde, Moçambique e na Guiné. São sete fotogalerias

  • O cantor Olavo Bilac tem 49 anos. Mas Olavo Bilac foi aplaudido em Lisboa há 101 anos. Saiba como

    Cultura

    Manuela Goucha Soares

    Esta é a história de uma viagem que começa no Rio de Janeiro, passa por Cabo Verde, Lisboa, Paris, Moçambique e Macau. Uma história sobre a força dos jornais, poemas, prosas, crónicas que “foram sempre páginas de arte”, escritas pelo ‘príncipe dos poetas brasileiros”... e de palavras cantadas por outro homem. Entre os dois, um nome: Olavo Bilac