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Expresso

Joana Beleza

Joana Beleza

Terminou o curso de Jornalismo pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto em 2005. Pelo meio fez um curso de cinema de animação com o Abi Feijó e colaborou como fotojornalista​ em dois jornais universitários. Em 2006 foi contratada pela Rádio Renascença para fundar a área multimédia. Durante sete anos e meio filmou e editou várias reportagens de sociedade e de política, fez um curso de imagem na ETIC e um mestrado em cinema pela Escola Superior de Teatro e Cinema​, deu formação vídeo a repórteres de rádio e assinou a realização de alguns eventos em livestream nos sites do grupo r/com. Em Abril de 2014 integrou a redação do Expresso e no início de 2015 viu a primeira grande reportagem multimédia em que participou - “Matar e Morrer por Alá: Cinco Portugueses no Estado Islâmico”- ser distinguida com o Prémio de Reportagem Cáceres Monteiro.

  • Amor, desastres, entre o voo e a queda: um documento de recolha

    Cultura

    Raquel Marinho e Joana Beleza

    No Dia Mundial da Poesia, o Expresso republica um documento único, de conversas e leituras com 42 poetas contemporâneos portugueses. Alguns são jovens da geração de 70, outros são mais velhos e começaram a dar cartas na poesia portuguesa na segunda metade do século passado. Eis a a compilação, aberta a todos os leitores, da primeira temporada d' O Poema Ensina a Cair, rubrica semanal do Expresso Diário

  • O desconhecido “lado ar” do aeroporto de Lisboa

    Sociedade

    Raquel Moleiro e Joana Beleza

    A EGEAC, a empresa municipal que gere os espaços e a animação cultural de Lisboa, está a organizar visitas guiadas ao lado de dentro da Capital, ao que se esconde nos bastidores vedados a “pessoal não autorizado”. Abrem-se alçapões de ferro no chão, entra-se no subsolo, atravessam-se áreas restritas. Esta sexta-feira, o Expresso conta-lhe como é o “lado ar” do Aeroporto Humberto Delgado, o lado da pista quando não se está dentro do avião. Mas na “Lisboa por Dentro” há passes de acesso para mais lugares invisíveis. Até 8 de abril

  • O desconhecido “lado ar” do aeroporto de Lisboa

    Diário

    Raquel Moleiro e Joana Beleza

    A EGEAC, a empresa municipal que gere os espaços e a animação cultural de Lisboa, está a organizar visitas guiadas ao lado de dentro da Capital, ao que se esconde nos bastidores vedados a “pessoal não autorizado”. Abrem-se alçapões de ferro no chão, entra-se no subsolo, atravessam-se áreas restritas. Esta sexta-feira, o Expresso conta-lhe como é o “lado ar” do Aeroporto Humberto Delgado, o lado da pista quando não se está dentro do avião. Mas na “Lisboa por Dentro” há passes de acesso para mais lugares invisíveis. Até 8 de abril

  • O que se esconde nos locais vedados a “pessoal não autorizado”: dentro de terra, debaixo de Lisboa

    Sociedade

    Raquel Moleiro e Joana Beleza

    Abrem-se alçapões de ferro no chão, entra-se no subsolo, atravessam-se áreas restritas. A EGEAC, empresa municipal que gere os equipamentos e a animação cultural de Lisboa, está a organizar visitas guiadas ao lado de dentro da capital, ao que se esconde nos bastidores vedados a “pessoal não autorizado”. Esta quinta-feira, o Expresso conta-lhe a descida aos mais de seis quilómetros de galeria técnica sob o Parque das Nações, esta sexta-feira teremos mais - o lado B do Aeroporto Humberto Delgado. Mas na “Lisboa por Dentro” há passes de acesso para mais lugares invisíveis. Até 8 de abril

  • O que se esconde nos locais vedados a “pessoal não autorizado”: dentro de terra, debaixo de Lisboa

    Diário

    Raquel Moleiro e Joana Beleza

    Abrem-se alçapões de ferro no chão, entra-se no subsolo, atravessam-se áreas restritas. A EGEAC, empresa municipal que gere os equipamentos e a animação cultural de Lisboa, está a organizar visitas guiadas ao lado de dentro da capital, ao que se esconde nos bastidores vedados a “pessoal não autorizado”. Esta quinta-feira, o Expresso conta-lhe a descida aos mais de seis quilómetros de galeria técnica sob o Parque das Nações, esta sexta-feira teremos mais - o lado B do Aeroporto Humberto Delgado. Mas na “Lisboa por Dentro” há passes de acesso para mais lugares invisíveis. Até 8 de abril

  • Como esta fotografia mudou a vida desta mulher

    Podcasts

    Joana Beleza

    Fátima Medeiros enfrentou a câmara fotográfica antes de enfrentar o espelho. Vimo-la antes de ela se ver a si própria, depois de operada, sem um peito. Quando a fotografia saiu, um telefonema mudou a sua vida. Bem-vindos ao podcast F5: histórias cheias de gente, contadas pelas pessoas que as viveram – e pelos repórteres que as contaram e não quiseram, ou não conseguiram, esquecê-las

  • Não se pode fazer cinema eternamente com a família e sem pagar às pessoas

    Cultura

    Joana Beleza e Nuno Botelho

    Perfil ao modo curta-metragem: Leonor Teles tem 24 anos, é freelancer na área do cinema e da televisão, usa smartphone, redes sociais e streaming para ver filmes, mas realiza as suas obras em película e quer que sejam vistas em sala. Leonor é uma rapariga do seu tempo e é também a mais jovem premiada de sempre no Festival de Cinema de Berlim (venceu o Urso de Ouro há um ano), pormenor que agitou a sua vida profissional mas não a intenção que nela põe todos os dias. Porque vem aí um fim de semana em que só se vai falar de filmes estrangeiros, porque há óscares no domingo, olhamos para Hollywood (ou nem por isso) e para as complicações e satisfações de fazer filmes

  • Bagão Félix, Idália Serrão e Mota Soares comoveram-se no cinema com o absurdo na Segurança Social

    Política

    Joana Beleza e Tiago Miranda

    “I, Daniel Blake”, de Ken Loach, mostra a luta de um homem contra o absurdo da máquina burocrática e a falta de humanidade dos serviços do Estado. É uma experiência cinematográfica que nos sacode o coração: Daniel Blake é um herói simples que nos comove enquanto perde a batalha contra a Segurança Social. Juntámos três ex-governantes que tiveram esta pasta em Portugal, fomos ao cinema com eles e o resultado é de leitura obrigatória. “Todos os dirigentes políticos, autoridades, funcionários de serviços públicos e de serviços que têm uma relação muito forte com a população deviam ser obrigados a ver este filme”

  • “Não sou um cão, não sou um cliente, não sou um número”: o filme que todos os funcionários do Estado (e não só) deviam ver

    Diário

    Joana Beleza e Tiago Miranda

    “I, Daniel Blake”, de Ken Loach, mostra a luta de um homem contra o absurdo da máquina burocrática e a falta de humanidade dos serviços do Estado. É uma experiência cinematográfica que nos sacode o coração: Daniel Blake é um herói simples que nos comove enquanto perde a batalha contra a Segurança Social. Juntámos três ex-governantes que tiveram esta pasta em Portugal (Pedro Mota Soares, Bagão Félix e Idália Serrão), fomos ao cinema com eles e o resultado é de leitura obrigatória. “Todos os dirigentes políticos, autoridades, funcionários de serviços públicos e de serviços que têm uma relação muito forte com a população deviam ser obrigados a ver este filme”