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Expresso

Ana França

Ana França

Jornalista

Correspondente do Expresso em Londres durante quatro anos e atualmente colaboradora na secção de Internacional deste e de outros meios de comunicação portugueses. Licenciada em Coimbra seguiu depois para Macau e depois para Londres, cidade onde completou uma pós-graduação na London School of Journalism, em 2010, e de onde já só regressou em 2016. Em 2012 fez parte da equipa que lançou a Monocle 24, o projeto de rádio da revista britânica Monocle. Durante os anos em Londres trabalhou ainda para o diário The Daily Telegraph e para a revista New Statesman. Ao mesmo tempo esteve envolvida em diversos projetos de tradução e no ensino do inglês para cidadãos estrangeiros. Em 2014 e 2015 fez parte da start-up social ON OUR RADAR, um grupo de jornalistas de diferentes nacionalidades que promove a inclusão social através do ensino de conceitos básicos do jornalismo de modo a que até as comunidades mais isoladas do mundo possam contar as suas histórias sem estarem dependentes dos meios de comunicação ocidentais.

  • Norma McCorvey, a mulher que se arrependeu de ter sido Jane Roe

    Diário

    Ana França

    Foi há precisamente 45 anos que o Supremo Tribunal dos Estados Unidos decretou o fim da criminalização do aborto em todos os estados, numa sentença que considerava a interrupção voluntária da gravidez uma decisão “privada” da mulher e do médico e com a qual o Estado nada tinha que ver. Quatro décadas e meia depois, a discussão entre “pró-escolha” e “pró-vida” está tão extremada como nos meses que se seguiram à decisão de 1973 e a maioria republicana no Senado e na Câmara dos Representantes está a utilizar o seu poder para agradar a uma base conservadora de eleitores que não representa a maioria do país - 70% não querem ver a histórica sentença anulada. A mulher que esteve no centro de tudo arrependeu-se

  • Vai ser a batalha do século

    Diário

    Se Donald Trump cair da cadeira ou sofrer um enfarte depois do quinto bife com ketchup do dia, alguém terá de lhe suceder imediatamente e a Constituição dita que seja o vice-presidente e logo depois o presidente da Câmara dos Representantes. Mas se Trump aguentar até 2020, aí as coisas ficam mais interessantes, porque tanto os republicanos como os democratas (com 30! potenciais candidatos) têm nomes de perfis profundamente distintos habilitados para o combate. Mas estamos afinal a discutir os possíveis sucessores de Donald Trump porquê? Porque agora que ele cumpre precisamente um ano de presidência, optámos por fazer um balanço do que há de ser 2020 e há muita agitação. E estupefação: “Preocupa-me que um duelo entre Trump e Oprah Winfrey confirme que a era de Trump não foi uma aberração mas o novo normal”

  • Oliver Ivanović caminhava com um alvo nas costas. Alguém lhe acertou. Um homem morreu e há um processo de reconciliação que sai ferido

    Internacional

    Ana França

    Oliver Ivanović era conhecido pelas suas posições políticas equidistantes - tanto quanto estas o podem ser no meio de um conflito - entre Pristina e Belgrado e pela sua mestria nas artes marciais. O líder político sérvio no Kosovo de 64 anos foi assassinado esta terça-feira com cinco tiros no peito à porta da sede do seu pequeno mas robusto movimento político e deixa os sérvios descrentes numa solução duradoura entre eles e os albaneses

  • Oliver Ivanović caminhava com um alvo nas costas. Alguém lhe acertou. Um homem morreu e há um processo de reconciliação que sai ferido

    Diário

    Ana França

    Oliver Ivanović era conhecido pelas suas posições políticas equidistantes - tanto quanto estas o podem ser no meio de um conflito - entre Pristina e Belgrado e pela sua mestria nas artes marciais. O líder político sérvio no Kosovo de 64 anos foi assassinado esta terça-feira com cinco tiros no peito à porta da sede do seu pequeno mas robusto movimento político e deixa os sérvios descrentes numa solução duradoura entre eles e os albaneses

  • Onde é que já ouvimos isto?

    Diário

    Ana França

    De um lado está Miloš Zeman, um homem que a comunicação social se diverte a comparar com Donald Trump a cada tirada populista (exemplo: a quantidade de muçulmanos que se dirigem à Europa é um plano secreto da Irmandade Muçulmana para controlar o Ocidente e “os jornalistas deviam ser liquidados”, destino que reservaria igualmente aos vegetarianos), e do outro está Jiří Drahoš, físico e ex-presidente da reverencial Academia das Ciências. Um é protecionista, o outro internacionalista. Um é académico, o outro antissistema. Onde é que já ouvimos isto? Agora é na República Checa, que escolhe até este sábado o futuro presidente

  • Ahed Tamimi tem 16 anos e está presa numa cadeia militar israelita. Ahed Tamimi não pode pagar pelos crimes da família

    Internacional

    Ana França

    Ahed Tamimi não é terrorista mas no cadastro dos membros da família não constam apenas ações de oposição pacífica à ocupação israelita. Há uma tia condenada por terrorismo e redes sociais cheias de incitações à violência. Mas Ahed Tamimi não é terrorista. Ahed é menor. Ahed é uma das 300 crianças atualmente atrás das grades impostas por Israel

  • Ahed Tamimi tem 16 anos e está presa numa cadeia militar israelita. Ahed Tamimi não pode pagar pelos crimes da família

    Diário

    Ana França

    Ahed Tamimi não é terrorista mas no cadastro dos membros da família não constam apenas ações de oposição pacífica à ocupação israelita. Há uma tia condenada por terrorismo e redes sociais cheias de incitações à violência. Mas Ahed Tamimi não é terrorista. Ahed é menor. Ahed é uma das 300 crianças atualmente atrás das grades impostas por Israel.