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Raquel Albuquerque

Raquel Albuquerque

Jornalista

Licenciada em Ciências da Comunicação na Universidade Nova de Lisboa, estudou na Bélgica durante seis meses e fez um mestrado em Relações Internacionais em Saint Andrews, na Escócia. Trabalhou como freelancer até ter descoberto um novo mundo no jornalismo de dados. Tudo começou com uma bolsa de investigação em Jornalismo Computacional no Público, durante dois anos, no âmbito de um projeto financiado pela FCT e pela Universidade do Texas em Austin. Entrou no Expresso em abril de 2014 para fazer jornalismo de dados, girando à volta de tabelas e Excel, células e colunas, estatísticas e gráficos. Primeiro, na secção de Multimedia, depois na Política e agora na Sociedade.

  • Marques Mendes: Rio no PSD cria “alguma preocupação” e “embaraço” no PCP e BE

    Política

    Raquel Albuquerque

    No seu comentário na SIC, Marques Mendes defende a substituição do líder da bancada parlamentar do PSD, Hugo Soares, e vê duas opções para o julgamento de Manuel Vicente, ex-vice-presidente de Angola, que se inicia esta segunda-feira: ou é suspenso até o Tribunal da Relação de Lisboa decidir se deve ser feito em Portugal, ou há separação de processos

  • Quanto nos custam os partidos políticos?

    2:59 para explicar o mundo

    O tema do financiamento dos partidos e das campanhas entrou na agenda política depois do Parlamento aprovar uma lei polémica, já vetada pelo Presidente da República. O assunto volta à baila e importa saber quanto pagamos pelos partidos e campanhas eleitorais, e qual o custo da democracia para os cofres do Estado. Sabe quanto vale cada voto que coloca na urna? E quanto recebe cada um dos partidos com representação no Parlamento? São milhões de euros. Todos os anos. Mas talvez o regresso a um sistema baseado no financiamento privado dos partidos não seja propriamente a melhor solução. Dois minutos e 59 segundos para perceber um pouco melhor o tema

  • Voltar a casa com sentimento de culpa

    Sociedade

    Raquel Albuquerque

    Foram 15 anos fora de Portugal e agora, aos 35, voltou. Por três vezes as missões humanitárias levaram-na à República Democrática do Congo, de onde veio há poucos dias. Um país de extrema pobreza onde prevalece a resiliência em quem lá vive. Shanti passou os dias a ouvir as populações e a arranjar soluções para as ajudar. Esta é a décima e última história da segunda série “Em Pequeno Número”, que o Expresso publicou durante as últimas duas semanas para contar as histórias dos portugueses que vivem em regiões onde praticamente não os há

  • Voltar a casa com sentimento de culpa

    Diário

    Raquel Albuquerque

    Foram 15 anos fora de Portugal e agora, aos 35, voltou. Por três vezes as missões humanitárias levaram-na à República Democrática do Congo, de onde veio há poucos dias. Um país de extrema pobreza onde prevalece a resiliência em quem lá vive. Shanti passou os dias a ouvir as populações e a arranjar soluções para as ajudar. Esta é a décima e última história da segunda série “Em Pequeno Número”, que o Expresso publicou durante as últimas duas semanas para contar as histórias dos portugueses que vivem em regiões onde praticamente não os há

  • Relatos do país das pessoas mais calmas e silenciosas

    Sociedade

    Raquel Albuquerque

    Têm águas cristalinas e são conhecidas sobretudo por serem um paraíso turístico. Mas as Maldivas também têm muitos problemas - e não é só o do caos do trânsito. Os preços da habitação e da alimentação são quase proibitivos e ninguém se preocupa com o que atira para o chão ou para a água. Tatiana vive lá há um mês, apanhando todos os dias, de manhã e à tarde, o barco entre a ilha onde vive e a ilha onde trabalha. Esta é a nona história da segunda série “Em Pequeno Número” que o Expresso começou a publicar há dois anos e que relata a vida de portugueses que vivem em regiões onde quase não os há

  • Relatos do país das pessoas mais calmas e silenciosas

    Diário

    Raquel Albuquerque

    Têm águas cristalinas e são conhecidas sobretudo por serem um paraíso turístico. Mas as Maldivas também têm muitos problemas - e não é só o do caos do trânsito. Os preços da habitação e da alimentação são quase proibitivos e ninguém se preocupa com o que atira para o chão ou para a água. Tatiana vive lá há um mês, apanhando todos os dias, de manhã e à tarde, o barco entre a ilha onde vive e a ilha onde trabalha. Esta é a nona história da segunda série “Em Pequeno Número” que o Expresso começou a publicar há dois anos e que relata a vida de portugueses que vivem em regiões onde quase não os há

  • Nenhuma fotografia consegue captar o que é viver nesta cidade

    Sociedade

    Raquel Albuquerque

    Não há casas para toda a gente, os esgotos são a céu aberto e não há recolha de lixo. Lagos é a maior cidade nigeriana e nela vivem pelo menos 13 milhões de pessoas. No meio do caos, depois de chover, vê-se a vegetação a rebentar - até nas juntas de dilatação das pontes. “Parece que é a própria natureza a mostrar que, por mais que a destruam, ela é ainda mais forte.” Esta é a oitava história da segunda série “Em Pequeno Número”, que o Expresso começou a publicar há dois anos e que relata a vida de portugueses que vivem em regiões onde quase não os há