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Perfil

Expresso

Bernardo Mendonça

Bernardo Mendonça

Jornalista

Entrou neste jornal com 26 anos. Antes experimentou o teatro e aprendeu a escrever notícias na Lusa. Na Rádio Oxigénio falou de livros e histórias reais contadas pelos ouvintes em “Da Mão prà Boca” e “A Vida em A4″. Moderou o programa de debate “A Resistência” em caves e becos para o site do Expresso. No Jornal da Noite, da SIC, apresentou a rubrica "Vamos Sair" e é coautor das séries "Mural da Liberdade" e "Vamos Falar de Sexo". Foi distinguido com o Prémio Média 2008, da Rede Ex aequo, com a reportagem “Lésbicas e Muito Mulheres”. Vive para viajar. Acredita que a realidade ultrapassa a ficção. Ou, por outras palavras,"just the facts, ma'am!"

  • Ativista multada por pedir demissão de Passos perde recurso e vai mesmo pagar €1440

    Diário

    Bernardo Mendonça

    Depois do recurso, a ativista Ana Nicolau que foi condenada a seis meses de prisão por ter gritado “demissão” a Passos Coelho na Assembleia da República vai mesmo ter de pagar €1440 de multa ao Estado. E, apesar de tudo, diz que não se arrepende e que há uma multidão de pessoas que se identificam com o seu protesto. “Isto é muito maior do que eu. Se a ideia é amedrontar, vão causar revolta”

  • Clube “vintage”

    Sociedade

    Bernardo Mendonça e Tiago Miranda

    O que faz gastar 100 euros num vestido usado ou 1800 em dois sofás Chesterfield de 1930? O gosto pelo vintage. Uma tendência que já contagiou uma grande minoria de pessoas nos meios urbanos. Seja por motivos estéticos, culturais, sentimentais ou para se afirmarem na sociedade, muitos preferem as relíquias aos objetos novos. Reproduzimos o artigo sobre apaixonados pelo “vintage” publicado na revista de 21 outubro de 2006

  • Clube “vintage”

    Diário

    Bernardo Mendonça e Tiago Miranda

    O que faz gastar 100 euros num vestido usado ou 1.800 em dois sofás Chesterfield de 1930? O gosto pelo vintage. Uma tendência que já contagiou uma grande minoria de pessoas nos meios urbanos. Seja por motivos estéticos, culturais, sentimentais ou para se afirmarem na sociedade, muitos preferem as relíquias aos objetos novos. Reproduzimos o artigo sobre apaixonados pelo “vintage” publicado na revista de 21 outubro de 2006

  • Maria José Morgado: “Os criminosos incompetentes são um desânimo”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Conhecida por muitos como a ‘dama de ferro’, a atual procuradora-geral distrital de Lisboa não gosta que a chamem “justiceira”. “O justiceiro nunca é justo.” Numa longa conversa em que explica como a troika e a austeridade “tiveram a vantagem de trazer a denúncia da corrupção”, Maria José Morgado fala ainda do vício pelo exercício físico, do amor eterno pelo seu companheiro e da melancolia que a acompanha: “Sou uma pessoa triste e gosto da tristeza”. Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • João Quadros: “Prefiro destruir os poderosos do que pôr as pessoas a rirem-se da profunda tragédia dos outros”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    É talvez o mais destravado e livre dos argumentistas portugueses. O seu humor não é nada manso e funciona como uma purga sobre os temas e personagens da atualidade que o incomodam. João Quadros é o autor de muitos dos textos de comédia que têm marcado a televisão e a rádio nas últimas décadas. O popular sketche “Eu É Que Sou o Presidente da Junta”, eternizado por Herman, saiu da sua cabeça, mas é Bruno Nogueira o seu parceiro do humor desde há muito. Quadros fala dos ódios de estimação – como Fátima, Cavaco Silva e Passos Coelho, a relação com o Twitter, as dores do coração, os limites do humor e as suas convicções à esquerda. “Não há gajos de direita a fazer humor. Não têm jeito...” Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • “Quem me põe o rótulo de bombista é da direita assanhada: as Brigadas Revolucionárias não mataram ninguém e lutaram pela igualdade”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    A médica endocrinologista Isabel do Carmo liderou nos anos 70 um movimento de guerrilha contra a ditadura que a levou à prisão. “Não me arrependo de nada. A luta armada era a única forma de contribuir para desgastar o antigo regime.” Isabel recorda ainda os 9 meses que esteve na ‘solitária’, as dificuldades por que passou para garantir comida no prato dos filhos e o longo caminho que fez até hoje. Além das bombas que agitaram o regime do Estado Novo e o Verão Quente de 75, Isabel fala de outras bombas, as bombas calóricas, dos mitos e os enganos alimentares: desconfia do equilíbrio da dieta vegan e considera um disparate a moda antiglúten e antilactose. E ainda nos dá (boa) música. “Vivo os anos mais tranquilos da minha vida.” Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • Olga Roriz: “Vou dançar para sempre. Prefiro morrer num estúdio a ensaiar um aluno do que em casa”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Há cerca de três anos, a coreógrafa Olga Roriz, quando completava 60 anos de vida, 40 de carreira e 20 da sua companhia de dança, adoeceu. O corpo de bailarina com o qual sempre fora capaz de tudo revelou-se frágil. “Durante meses perdi o meu poder físico. E isso foi horrível. Foi na natação que redescobri esse poder. E a dança curou-me.” Olga ergueu-se dessa dura batalha e mostrou a fibra de quem decidiu dançar até ao fim. Na sua última criação, “Antes que Matem os Elefantes”, falou do drama da Síria e prepara-se para regressar ao tema na próxima coreografia, “Síndrome”, com estreia marcada para 30 de junho, no Teatro São Luiz, em Lisboa. “A guerra deixa-me zangada.” Numa conversa confessional, Olga fala do ‘fantasma’ da idade, das ‘demasiadas paixões’ que viveu, da solidão, da eterna comparação com a alemã Pina Bausch, das músicas que a acompanham e dos sonhos e vontades que ainda tem. Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • “A única coisa de que me arrependo é de não ter estado à altura da pessoa que encontrei na minha vida e que a marcou para sempre”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    O filósofo Eduardo Lourenço, um dos maiores pensadores do nosso tempo, abre o livro da sua vida. Fala do passado, do seu grande amor, o gosto pela música, pelo cinema e comenta o futuro do país, da Europa e do mundo com uma lucidez, rapidez de raciocínio e vigor raros. Lourenço, que foi distinguido o ano passado com o prémio Vasco Graça Moura e é conselheiro de Estado do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa revela ainda um encantamento com Catarina Martins e Mariana Mortágua, “pequenos Fidel Castros”. No dia em que faz 94 anos, o Expresso republica esta conversa íntima para ouvir no podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • Ricardo Robles, candidato do BE a Lisboa: “Lisboa está uma cidade-montra. Qualquer dia estarão turistas a fotografar turistas”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    O candidato do Bloco de Esquerda à Câmara Municipal de Lisboa, Ricardo Robles, uma das vozes mais críticas do atual presidente da autarquia, Fernando Medina, acusa-o de estar a expulsar os lisboetas do centro para a periferia por “uma gula” económica e um “descontrolo” que está a dar lugar a cada vez mais hotéis e turistas. Considera um erro as propostas do PS e de Assunção Cristas para a expansão do metro e propõe como estações prioritárias Campolide, Campo de Ourique, Alcântara, Belém e Ajuda. Até agora pouco se sabia sobre Robles. Numa conversa descontraída, fala da nova aventura de ser pai de duas crianças pequenas, do gosto por andar de bicicleta na cidade, do fascínio pelo mar, da paixão pelo Benfica, do prazer das viagens [e recorda aquela que o levou durante três meses a percorrer a América do Sul] assim como das músicas que o acompanham. Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”