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Expresso

Bernardo Mendonça

Bernardo Mendonça

Jornalista

Entrou neste jornal com 26 anos. Antes experimentou o teatro e aprendeu a escrever notícias na Lusa. Na Rádio Oxigénio falou de livros e histórias reais contadas pelos ouvintes em “Da Mão prà Boca” e “A Vida em A4″. Moderou o programa de debate “A Resistência” em caves e becos para o site do Expresso. No Jornal da Noite, da SIC, apresentou a rubrica "Vamos Sair" e é coautor das séries "Mural da Liberdade" e "Vamos Falar de Sexo". Foi distinguido com o Prémio Média 2008, da Rede Ex aequo, com a reportagem “Lésbicas e Muito Mulheres”. Vive para viajar. Acredita que a realidade ultrapassa a ficção. Ou, por outras palavras,"just the facts, ma'am!"

  • O que pensam do Festival da Eurovisão quatro dos cantores que representaram Portugal?

    Diário

    Bernardo Mendonça

    Quatro antigos vencedores do Festival da Canção recordaram ao Expresso a sua participação e partilharam as memórias e críticas sobre este espetáculo: António Calvário, o primeiro representante de Portugal a cantar a sua ‘Oração” neste eurofestival; Adelaide Ferreira, que pensou e cantou por todos nós; Sara Tavares, que chamou a música; e Jel, que levou a sua luta e alegria aos palcos da Eurovisão

  • “O que Marcelo quer é esterilizar os jovens trans”

    Diário

    Bernardo Mendonça e Nuno Botelho

    Um dia após o veto de Marcelo Rebelo de Sousa à lei da autodeterminação da identidade de género - que foi aprovada no Parlamento no passado dia 13 - falámos com duas mulheres ‘trans’ para comentarem este ato político do Presidente. Estiveram à conversa na Assembleia da República Júlia Mendes Pereira, a primeira transexual dirigente de um partido português (BE) e codiretora da Ação Pela Identidade, de 27 anos, e Alice Azevedo da Cunha, de 22 anos, ativista trans membro dos coletivos Panteras Cor de Rosa e Transmissão

  • Benjamim faz a música, Rita Blanco está farta de ser atriz e Sobrinho Simões quer entreter a morte: edição 100 da Beleza das Pequenas Coisas

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Este é um episódio de celebração que comemora 100 conversas em podcast. E que contou com uma locução de Augusto Seabra, a voz do Expresso e da SIC, uma música original de Benjamim, tão simples quanto bela, ilustrações de Ana Gil e até um enorme bolo para soprarmos as 100 velas. E como é um episódio especial contou com uma dupla também especial: a atriz Rita Blanco e o professor e investigador Manuel Sobrinho Simões. “Sempre lhe achei graça. Ela tem muita curiosidade, que é uma coisa que nos liga muito. E tem lata em perguntar, e eu também tenho”, diz Sobrinho Simões. “Acho que é mais do que lata, temos gosto em comunicar com os outros. Conheci-o num casamento e fiquei encantada. Tenho uma enorme admiração por si e, ainda por cima, é giro”, conta a atriz. “A Beleza das Pequenas Coisas” é centenária

  • D. Duarte Pio: “Desde 1910 que a moral republicana só funciona em ditadura”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Apesar de ser um adepto da democracia e da liberdade, D. Duarte Pio, duque de Bragança e chefe da Casa Real Portuguesa, defende que o país seria mais livre e menos corrupto se voltasse a ser governado por um regime monárquico. Ou seja, por ele, dado que é o herdeiro do trono português. “Há uma tolerância geral no país para a pequena corrupção. E isto tem que ver com a falta de motivações morais e espirituais.” Sobre o atual chefe de Estado português chega a dizer: “O Presidente Marcelo atua como um rei, pela sua inteligência política”. E revela que um Presidente dos Estados Unidos chegou um dia a incentivá-lo a candidatar-se à Presidência da República. Uma conversa onde fala ainda do seu amor, Isabel de Herédia, das razões para uma paternidade tardia, e em que ficamos a saber que até se ri das caricaturas que fazem dele. “Desde que não me ponham gago. Que é uma coisa que eu não sou.” Para ouvirem neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • Miguel Guilherme: “Sem cultura, nós transformamo-nos nuns animais. E nós, portugueses, estamos meio cá meio lá”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Na verdade, animais já somos. Embora racionais, podemos sempre ficar mais primitivos e animalescos se não nos educarmos com conhecimento e cultura. É esta a ideia e o alerta do ator Miguel Guilherme: “Nós não temos uma tradição cultural. Somos muito atrasados. Sempre fomos. No 25 de Abril falhámos no ensino e na cultura. Mas é reversível. Tenho esperança. Saímos de um Governo que apertou o cinto e as pessoas estavam agora à espera de algo diferente. O António Costa é um ótimo político, mas às vezes é distraído…” Isto e muito mais para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • “Muitas vezes são os filhos a boicotar a sexualidade dos pais idosos. Dizem que já não faz sentido meterem-se ‘nessas coisas’”

    Sociedade

    Bernardo Mendonça

    Como é a sexualidade depois dos setenta? Os afetos e emoções não têm idade. Foi este o ponto de partida para o debate desta quinta-feira à tarde na Universidade Lusófona, em Lisboa. Em conversa com o Expresso, o psicólogo e sexólogo Fernando Mesquita, autor dos livros “Aprender a Amar” e “SOS Manipuladores” e um dos participantes, alertou para o facto de a sociedade portuguesa ainda não reagir com bons olhos a esta realidade

  • “Muitas vezes são os filhos a boicotar a sexualidade dos pais idosos. Dizem que já não faz sentido meterem-se ‘nessas coisas’”

    Diário

    Bernardo Mendonça

    Como é a sexualidade depois dos setenta? Os afetos e emoções não têm idade. Foi este o ponto de partida para o debate desta quinta-feira à tarde na Universidade Lusófona, em Lisboa. Em conversa com o Expresso, o psicólogo e sexólogo Fernando Mesquita, autor dos livros “Aprender a Amar” e “SOS Manipuladores” e um dos participantes, alertou para o facto de a sociedade portuguesa ainda não reagir com bons olhos a esta realidade

  • Clara Ferreira Alves: “Toda a gente acha Portugal uma choldra ignóbil. Mas é uma boa choldra onde toda a gente quer viver”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    “Choldra ignóbil” saiu da pluma de Eça de Queirós mas é usada por Clara Ferreira Alves para falar do país que não considera tão manso como o pintam. “O português não é suave, faz-se suave quando lhe convém.” A colunista do Expresso e escritora fala sobre Portugal e o mundo, a ligação ao Médio Oriente - que a levou a escrever o primeiro livro, “Pai Nosso” - e o que a inspira a escrever o próximo romance: “Na escrita não me interessa a felicidade, interessa-me o horror.” Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • Nuno Artur Silva: “O humorista não derruba a Gioconda, o humorista coloca um bigode na Gioconda”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    “Não havia necessidade.” A frase é da mãe de Herman José tomada de empréstimo por Nuno Artur Silva para a personagem “Diácono Remédios”, popularizada por Herman. Uma expressão que calha bem neste processo de afastamento de Nuno Artur Silva da administração da RTP, pela alegada incompatibilidade e conflito de interesses por ter mantido durante estes últimos três anos um vínculo com as Produções Fictícias e com o Canal Q. Uma coisa é certa: o canal público está com mais séries nacionais, mais documentários e ‘milagrosamente’ reinventou o Festival da Canção levando-nos à vitória com Salvador Sobral. Sobre a sua imprevista saída da estação pública, Nuno deixa claro: “Poderei ter cometido algumas ingenuidades. Mas a mulher de César não tem de parecer séria. A mulher de César tem de ser séria. E eu fui sério e transparente do princípio ao fim na RTP.” Sobre o que chama campanha difamatória acrescenta: “Orgulho-me bastante dos inimigos que fiz nestes últimos tempos. Faz-me sentir que estou do lado certo.” Nesta conversa o argumentista, escritor e apresentador, recorda os anos 80 em que foi um jovem anarquista, os anos 90 em que fundou as Produções Fictícias e lançou alguns dos maiores do humor e fala do futuro. “Irei fazer todas as coisas que ainda não fiz”. Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”