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Bernardo Mendonça

Bernardo Mendonça

Jornalista

Entrou neste jornal com 26 anos. Antes experimentou o teatro e aprendeu a escrever notícias na Lusa. Na Rádio Oxigénio falou de livros e histórias reais contadas pelos ouvintes em “Da Mão prà Boca” e “A Vida em A4″. Moderou o programa de debate “A Resistência” em caves e becos para o site do Expresso. No Jornal da Noite, da SIC, apresentou a rubrica "Vamos Sair" e é coautor das séries "Mural da Liberdade" e "Vamos Falar de Sexo". Foi distinguido com o Prémio Média 2008, da Rede Ex aequo, com a reportagem “Lésbicas e Muito Mulheres”. Vive para viajar. Acredita que a realidade ultrapassa a ficção. Ou, por outras palavras,"just the facts, ma'am!"

  • Mariana Mortágua: “O BE trouxe mais escrutínio à política portuguesa sem complacência e com as coisas ditas com a força que merecem”

    Podcasts

    Bernardo Mendonça e João Santos Duarte

    Nos últimos quatro anos a deputada do Bloco de Esquerda Mariana Mortágua tornou-se uma das figuras políticas mais relevantes do país. Começou por dar nas vistas na Comissão de Inquérito ao BES ao encostar à parede dos donos disto tudo, depois defendeu um novo imposto imobiliário, o ‘imposto Mortágua’ e, há poucas semanas, acusou o governo de "deslealdade" por chumbar uma taxa para as energias renováveis. Numa longa conversa para o podcast “A Beleza das Pequenas Coisas” a deputada recorda a infância, os caminhos que a levaram à política, os prazeres, as ambições, o que vai mal no país e não é mansa nas críticas às outras bancadas parlamentares: “Tem havido pouquíssima higiene entre os cargos cargos públicos e governantes do PS, PSD e CDS.” Espreite aqui os bastidores desta entrevista que pode ouvir a partir de sexta no site do Expresso, iTunes e Soundcloud

  • Mariana Mortágua: “O BE trouxe mais escrutínio à política portuguesa sem complacência e com as coisas ditas com a força que merecem”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Bernardo Mendonça e João Santos Duarte

    Nos últimos quatro anos a deputada do Bloco de Esquerda Mariana Mortágua tornou-se uma das figuras políticas mais relevantes do país. Começou por dar nas vistas na Comissão de Inquérito ao BES ao encostar à parede dos donos disto tudo, depois defendeu um novo imposto imobiliário, o ‘imposto Mortágua’ e, há poucas semanas, acusou o governo de "deslealdade" por chumbar uma taxa para as energias renováveis. Numa longa conversa para o podcast “A Beleza das Pequenas Coisas” a deputada recorda a infância, os caminhos que a levaram à política, os prazeres, as ambições, o que vai mal no país e não é mansa nas críticas às outras bancadas parlamentares: “Tem havido pouquíssima higiene entre os cargos cargos públicos e governantes do PS, PSD e CDS.” Espreite aqui os bastidores desta entrevista que pode ouvir a partir de amanhã no site do Expresso, iTunes e Soundcloud

  • José Gil:“O discurso dos afetos passivos de Marcelo não chega. É preciso despertar uma afetividade ativa nos portugueses”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    O filósofo e pensador José Gil faz um balanço sobre os principais acontecimentos e figuras que marcaram o país e o mundo em 2017. E não hesita a eleger Marcelo Rebelo de Sousa como a figura do ano. "É o melhor Presidente que nós já tivemos. Levou-nos a esquecer Cavaco. E isso é extraordinário. O país inteiro estava a precisar disso. Mas é preciso um passo seguinte...” Sobre a geringonça afirma que trouxe mais auto-estima e "menos medo à superfície". E ainda recorda a infância em África, os tempos fulgurantes em Paris e fala do desassossego e da volúpia do pensamento que vive aos 78 anos. "De certa maneira não sou deste tempo porque insisto em pensar." Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • José Gil: “O queixume português deixou de se ouvir. E isso deve-se, em parte, à geringonça”

    Podcasts

    Bernardo Mendonça

    O filósofo e pensador José Gil faz o balanço do ano e reflete sobre os principais acontecimentos e figuras que marcaram o país e o mundo. “Marcelo é o melhor Presidente que tivemos. Ele está com o povo e o povo está com ele.” Sobre o fim do estado de graça do Governo, José Gil está convicto de que esta liderança está para durar. “Será um outro regime de funcionamento da geringonça. Mas creio que o seu funcionamento continuará. Porque ninguém neste momento beneficia com a queda do Governo e da solução da geringonça. Nem a extrema-esquerda, nem a direita com Passos Coelho, que já não existe mas anda aí nos limbos...” E ainda fala do seu passado, as escolhas que foi fazendo, o prazer do pensamento e o que a vida lhe ensinou. Espreite num curto vídeo os bastidores desta conversa com o jornalista Bernardo Mendonça. Pode ouvir a entrevista a partir desta sexta no podcast “A Beleza das Pequenas Coisas. No site do Expresso, iTunes e Soundcloud.

  • Catarina Furtado: “Quando fui atirada para a opinião pública aos 19 anos era politicamente correta. Mas agora digo tudo o que penso”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Nos anos 90 era a “namoradinha de Portugal” e continua a ser um dos sorrisos mais bonitos da nossa televisão. Mas Catarina Furtado é bem mais do que uma beleza televisiva. É a única portuguesa embaixadora da Boa Vontade da ONU e há 18 anos que tem usado os holofotes sobre si para falar publicamente de causas humanitárias como o casamento forçado com menores, a gravidez em adolescentes, a mutilação genital feminina, a violência de género nas escolas e na sociedade, o racismo, a homofobia. “Sobre mim só sei que ainda tenho muito para dar”, afirma. Uma conversa franca onde faz um balanço sobre o passado, revela os medos de sempre, as conquistas, a frustração com os formatos televisivos atuais e ainda o que tem aprendido com o amor. “Está tudo nos afetos”. Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • Ana Zanatti: “Quero ousar sempre!”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    A ousadia veste-a bem. Assim como o charme e a elegância. A atriz e escritora Ana Zanatti protagonizou cenas de sexo e nudez no teatro e no cinema num país conservador acabado de sair da ditadura, amou quem quis sem se importar com a opinião dos outros e, há oito anos, revelou publicamente ser homossexual durante a apresentação pública do primeiro movimento da sociedade civil de defesa dos direitos dos homossexuais pelo casamento. Ou, como escrevia no seu diário de juventude, que sempre sentiu ‘aimer les femmes’. No ano passado publicou o livro “O Sexo Inútil” para mostrar como a comunidade LGBTI ainda sofre com a homofobia e o preconceito. “A lei anda sempre à frente, mas as mentalidades levam gerações a mudar.” E ainda recorda a sua infância, os medos, as conquistas, o primeiro beijo e o que a vida lhe ensinou. “A idade ensinou-me a não perder a jovialidade” Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • César Mourão: “Não me rio com quase nada”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    A César o que é de César, e ele tem um talento particular a fazer comédia sem rede e sem guião, a que nos faz rir do imprevisto. Por isso mesmo, prepara-se para estrear este domingo, dia 19, na SIC, o programa “D´Improviso”, onde desafiará figuras públicas a improvisar em situações inusitadas. Nesta conversa o ator, que tem andado pelos caminhos da comédia, revela que não é de riso fácil e sabe bem que o sucesso e a popularidade têm um prazo: “Isto não vai durar sempre. Tenho a impressão de que estou em late check out num quarto de hotel maravilhoso, com a senhora da receção sempre a ligar-me: ‘Olhe, está aqui mais gente para ocupar o quarto... Queremos limpá-lo.’ Por isso tenho sempre a mala meio feita.” César revela ainda o seu lado mais tímido e melancólico, a relação com a filha e alguns ‘superpoderes’ que fazem dele um artista virtuoso. Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas"

  • Eduardo Gageiro: “Tenho pena de não ter fotografado Salazar a cair da cadeira. No caixão ele parecia um abutre”

    Podcasts

    Chamam-lhe o “fotógrafo do povo e da revolução”. Ele confessa-se “um homem de coragem por trás de uma máquina”. Aos 82 anos, Eduardo Gageiro conta a sua história e as histórias do país que documenta desde os 12 anos, quando tomou de empréstimo uma máquina de plástico do irmão. Numa época em que ser fotógrafo de jornais era tantas vezes ser um mero “bate-chapas” do sistema, Gageiro arriscou ir além: revelou o Portugal a preto e branco de Salazar, a tragédia das cheias de 1967 (que aconteceu há 50 anos), esteve na linha da frente do 25 de Abril, registou o atentado nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, ou as glórias de Eusébio e Amália. Nesta conversa, Gageiro faz contas à vida, à doença e à solidão, assume um certo mau feitio, mas assegura que “nunca foi mau para ninguém” e espera “durar mais dois anitos” para ver a inauguração da sua Casa da Imagem. Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”