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Expresso

Ana Soromenho

Ana Soromenho

Jornalista

Cheguei ao Expresso em meados dos anos 90 e subi até ao terceiro andar do número 37 da Duque de Palmela num elevador de 1902 de vidro e madeira onde só cabiam três pessoas. A redação, muitas salas pequeninas com porta fechada, cheirava sempre a fumo e até no arquivo, onde havia quilos e quilos de papel e gavetas cheias de fotografias, se podia fumar. O arquivo era o nosso Google. Hoje tudo isto pertence a um passado tão longínquo como a travessia do Atlântico por Gago Coutinho e Sacadura Cabral. Mas o principio mantém-se. Aprender, aprender sempre. Ouvir, confirmar. Nunca partir para um trabalho com juízos ou certezas absolutas. Viajar na escrita. O maior privilégio desta profissão é  poder andar e escutar o mundo. Seja no nosso bairro, seja noutro lugar.

  • Recordar Ella

    Cultura

    Ana Soromenho

    Ella Fitzgerald, a primeira cantora negra a receber um Grammy Award na história da música, nasceu em abril de 1917 e, ao longo deste ano, o seu centenário tem sido celebrado com várias reedições das suas interpretação de luxo, que culminam, esta sexta-feira, com o lançamento mundial de “Someone to Watch over Me”, acompanhada pela Orquestra Filarmónica de Londres. Revisite a vida deste ícone do jazz e leia os testemunhos de três jazzsingers portuguesas sobre a influência d´Ella

  • O surfista prateado

    Surf

    Ana Soromenho

    Depois de Tiago Pires ter brilhado no surf internacional, é a vez de Frederico Morais (aka Kikas) fazer história. Kikas chegou à final da etapa sul-africana da liga mundial de surf e alcançou a melhor classificação de sempre de um surfista português. Recuperamos o perfil de Tiago Pires, que esteve lá, na África do Sul, para acompanhar a prova. A 18 de setembro de 2004, Tiago Pires era apresentado, nas páginas do Expresso, como “o rei das nossas ondas”. Título que é hoje de Kikas

  • “Não gosto nada de rever as minhas imagens de juventude. É uma perda de tempo”

    Cultura

    Ana Soromenho

    A cantora e atriz Jane Birkin regressa a Serge Gainsbourg, desta vez acompanhada pela Orquestra Gulbenkian. O encontro está marcado para esta sexta-feira no Anfiteatro ao ar Livre da Fundação Gulbenkian, em Lisboa. Numa comovente e generosa conversa ao telefone a partir de Paris, a eterna musa do autor de ‘Je t’aime... moi non plus’, hoje com 70 anos, conta-nos como foi ser como um dos maiores ícones pop europeus da década de 1970 e como aprendeu a sobreviver à morte de uma filha

  • “Não gosto nada de rever as minhas imagens de juventude. É uma perda de tempo”

    Diário

    Ana Soromenho

    A cantora e atriz Jane Birkin regressa a Serge Gainsbourg, desta vez acompanhada pela Orquestra Gulbenkian. O encontro está marcado para esta sexta-feira no Anfiteatro ao ar Livre da Fundação Gulbenkian, em Lisboa. Numa comovente e generosa conversa ao telefone a partir de Paris, a eterna musa do autor de ‘Je t’aime... moi non plus’, hoje com 70 anos, conta-nos como foi ser como um dos maiores ícones pop europeus da década de 1970 e como aprendeu a sobreviver à morte de uma filha