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Expresso

Alexandra Simões de Abreu

Alexandra Simões de Abreu

Jornalista

Licenciada em Ciências da Comunicação, iniciou o percurso profissional na "Gazeta dos Desportos", em 1995. Um ano depois entra para o Expresso. Esteve dez anos na secção do Desporto, foi editora da Sociedade e há sete anos que escreve sobretudo na Revista.

  • 27 de maio: órfãos de pais e da terra

    Diário

    Da série de testemunhos de sobreviventes e familiares de vítimas do 27 de maio, como ficou conhecido o movimento que há 40 anos marcou o início de dezenas de milhares de execuções, publicamos nesta edição o segundo conjunto de depoimentos, de Che, filho de José Van-Dunem e Sita Valles, e de Nelson Vieira Lopes, filho de Elisiário Vieira Lopes. O assunto é o tema de capa da revista E que chega este sábado às bancas

  • 27 de maio: o luto que ficou por fazer

    Internacional

    O Expresso inicia hoje a publicação de uma série de testemunhos de sobreviventes e familiares de vítimas do 27 de maio de 1977, aquilo que o regime angolano de então considerou uma tentativa de golpe de Estado e reprimiu violentamente, executando 30 mil pessoas sem julgamento. É o tema de capa da revista E deste sábado. Nesta edição, publicamos os testemunhos da (ex)mulher, do filho e da irmã do então chefe de gabinete do primeiro-ministro Lopo do Nascimento, Rui Coelho, que foi fuzilado a dois de julho de 1977

  • 27 de maio: o luto que ficou por fazer

    Diário

    O Expresso inicia hoje a publicação de uma série de testemunhos de sobreviventes e familiares de vítimas do 27 de maio de 1977, aquilo que o regime angolano de então considerou uma tentativa de golpe de Estado e reprimiu violentamente, executando 30 mil pessoas sem julgamento. É o tema de capa da revista E deste sábado. Nesta edição, publicamos os testemunhos da (ex)mulher, do filho e da irmã do então chefe de gabinete do primeiro-ministro Lopo do Nascimento, Rui Coelho, que foi fuzilado a dois de julho de 1977

  • Como os animais vão deixar de ser coisas

    Multimédia

    Estamos a ter mais animais de estimação do que bebés. E os seus direitos estão a tornar-se cada vez mais uma preocupação. No dia em que entra em vigor um novo estatuto jurídico dos animais, que os reconhece como seres vivos dotados de sensibilidade e os autonomiza face a pessoas e coisas, republicamos este vídeo do Expresso. Jornalismo de dados em dois minutos e 59 segundos. Para explicar o mundo

  • O Plano B

    Diário

    A pílula do dia seguinte tornou-se uma forte aliada das mulheres quando o método contracetivo habitual falhou ou não foi usada qualquer proteção. No Arquivo Expresso desta sexta-feira reproduzimos o artigo publicado originalmente na revista de 27 de novembro de 2010

  • Azeiteiros, com muito orgulho

    Sociedade

    Apesar do significado depreciativo que a palavra “azeiteiro” ganhou ao longo dos tempos, na origem refere-se a todos aqueles que produzem ou vendem azeite. E, no que toca a este ponto, os portugueses estão entre os melhores do mundo. Neste multimédia interativo tomamos o pulso ao sector e damos-lhe a oportunidade de fazer o seu próprio azeite, da maneira que preferir: tomando o lugar de um jovem agricultor que recupera métodos antigos, de uma família que tem oliveiras com mais de 500 anos ou de um gigante industrial interessado na máxima produção. E tiramos também todas as dúvidas na hora de comprar e cozinhar

  • Azeiteiros, com muito orgulho

    Diário

    Apesar do significado depreciativo que a palavra “azeiteiro” ganhou ao longo dos tempos, na origem refere-se a todos aqueles que produzem ou vendem azeite. E, no que toca a este ponto, os portugueses estão entre os melhores do mundo. Neste multimédia interativo tomamos o pulso ao sector e damos-lhe a oportunidade de fazer o seu próprio azeite, da maneira que preferir: tomando o lugar de um jovem agricultor que recupera métodos antigos, de uma família que tem oliveiras com mais de 500 anos ou de um gigante industrial interessado na máxima produção. E tiramos também todas as dúvidas na hora de comprar e cozinhar

  • “Pode ser que eu venha a mudar: apanhamos tanta pancada que às vezes ficamos cansados. Mas não chegou esse momento”

    Sociedade

    Luaty Beirão nasceu protegido num país em guerra. Estudou em Inglaterra e em França. Tornou-se rapper por opção. Nunca precisou de trabalhar. Mas a determinada altura, a consciência gritou-lhe mais alto e o luso-angolano acabou por abdicar do conforto de uma vida para se tornar um ativista pela liberdade e a democracia em Angola. A ousadia custou-lhe, a ele e a 16 companheiros, a cadeia. Ele esticou ainda mais a corda com uma greve de fome que durou 36 dias. Não vergou, não quebrou, não tem arrependimentos. Cinco meses depois de ter saído da prisão, sente-se ainda mais motivado. E, um dia, a filha Luena, que ficou sem o seu pai durante meses, há de conhecer a sua história

  • “Pode ser que eu venha a mudar: apanhamos tanta pancada que às vezes ficamos cansados. Mas não chegou esse momento”

    Diário

    Luaty Beirão nasceu protegido num país em guerra. Estudou em Inglaterra e em França. Tornou-se rapper por opção. Nunca precisou de trabalhar. Mas a determinada altura, a consciência gritou-lhe mais alto e o luso-angolano acabou por abdicar do conforto de uma vida para se tornar um ativista pela liberdade e a democracia em Angola. A ousadia custou-lhe, a ele e a 16 companheiros, a cadeia. Ele esticou ainda mais a corda com uma greve de fome que durou 36 dias. Não vergou, não quebrou, não tem arrependimentos. Cinco meses depois de ter saído da prisão, sente-se ainda mais motivado. E, um dia, a filha Luena, que ficou sem o seu pai durante meses, há de conhecer a sua história