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Como escrever um discurso de derrota. Por Ricardo Costa

ilustração tiago pereira santos

Mais vale um sorriso amarelo que uma vitória zangada, culpar os estudos eleitorais por uma derrota é mesmo o pior erro de todos, é preciso ter cuidado com os discurso de derrota que afinal são movimentos de judo e há que aproveitar o Sporting-FC Porto se a derrota for embaraçosa. Ricardo Costa explica tudo

Ricardo Costa

Ricardo Costa

texto

Diretor de Informação da SIC

Escrever um discurso de derrota é sempre uma tarefa ingrata. Mas há sempre um ou outro caso em que se pode sair airosamente de um mau resultado. Normalmente aconselha-se humildade e clareza e, se possível, um claro virar de página.

Nos últimos anos, talvez o melhor discurso de derrota tenha sido o de Sampaio da Nóvoa: não inventou, não culpou ninguém, felicitou o vitorioso, agradeceu a todos os que votaram nele e a quem o ajudou na campanha, e deu por encerrada a sua presença política. Foi simples, direto, sério e digno do momento. Talvez alguns dos seus apoiantes tivessem preferido que o movimento se transformasse noutra coisa qualquer, mas Sampaio da Nóvoa encerrou a aventura por ali. É sempre um bom conselho.

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