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"Austeridade não pode destruir Estado social"

Numa mensagem hoje enviada aos militantes do PS, António José Seguro diz que, sob a sua liderança, os socialistas recusam que a austeridade rasgue o contrato social em Portugal e destrua o Estado social.
Lusa |
António José Seguro cumprimenta militantes socialistas nas comemorações do Dia da Federação do PS/Coimbra em Oliveira do Hospital
António José Seguro cumprimenta militantes socialistas nas comemorações do Dia da Federação do PS/Coimbra em Oliveira do Hospital / Sérgio Azenha/Lusa

O secretário-geral do PS diz que os socialistas, sob a sua liderança, continuarão a "honrar" os compromissos internacionais do país, mas recusam que a austeridade rasgue o contrato social em Portugal e destrua o Estado social.

Estas posições de António José Seguro constam numa mensagem que envia aos militantes do PS , hoje, data em que completa um ano desde que foi eleito secretário-geral deste partido.

Nesta mensagem, que é hoje publicada no site oficial do PS, o secretário-geral dos socialistas deixa vários avisos ao Governo em relação às principais opções em causa nos próximos meses.

"Devemos cumprir as metas do memorando [da troika] sem pôr em causa a coesão social. Há compromissos externos que devemos honrar, mas não podemos rasgar o nosso contrato social, ou seja, os nossos compromissos internos".

António José Seguro traça a seguir os limites que o PS está disponível para aceitar ao nível da reforma do aparelho do Estado.

"Admitimos melhorias e a adequação do Estado Social aos novos desafios de uma sociedade onde é muito baixa a taxa de natalidade e milhares de portugueses em idade ativa emigram. Mas nunca, nunca, aceitaremos a destruição do Estado Social tal como este governo se prepara para fazer", salienta.

Mais crescimento, menos austeridade


Para os próximos anos, Seguro refere que o seu objetivo passará por se bater por um caminho de promoção do crescimento e de redução da austeridade, "designadamente alargando por mais um ano o prazo do memorando e promovendo uma nova agenda para o emprego e para o crescimento".

"É possível e desejável consolidar as contas públicas conciliando crescimento económico com rigor orçamental. Este é o caminho alternativo à receita da austeridade a qualquer preço executada pelo atual Governo", sustenta o secretário-geral do PS.

No campo partidário, Seguro pretende liderar um PS "sem pressas" de chegar ao poder, a correr em "pista própria" e "recusando os caminhos fáceis do populismo e da demagogia.

Política pela positiva


"Apostamos em fazer política de outra forma, pela positiva, não prometendo nada que não possamos fazer quando formos Governo. Refutamos a política da trincheira que nada resolve e afasta os cidadãos da política", adverte o líder socialista.

No que respeita ao seu primeiro ano enquanto secretário-geral do PS, António José Seguro diz que os socialistas se assumiram como "alternativa responsável".

"Assumimos os compromissos em defesa dos interesses de Portugal e soubemos interpretar o contexto nacional e internacional. Fomos norteadores da mudança em defesa de políticas promotoras do emprego e do crescimento económico. Há um ano éramos uma voz isolada. Hoje, a defesa da aposta no crescimento e emprego é um objetivo apoiado por muitos, em Portugal e na maioria dos governos europeus", advoga o secretário-geral do PS.

Seguro defende que o PS foi "pioneiro no combate a uma política assente exclusivamente na austeridade".

"Hoje ganha consenso a necessidade de a crise só poder ser ultrapassada com um outro eixo: o do crescimento.

"Estes  são apenas dois dos muitos exemplos em que nos afirmámos como uma alternativa responsável onde conjugámos os compromissos do passado com os novos desafios do presente e do futuro", acrescenta na sua mensagem.


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Com o PS o Estado social entrou em falência!
Para Seguro o PS é inocente na crise,mas está a aldrabar os portugueses e a fugir com o rabo da seringa das responsabilidades que o PS tem dos 6 anos de governação Sócrates: Portugal foi ao tapete e foi o PS que trouxe a troika, pondo em perigo a Constituição e os direitos adquiridos pelas população!
Re: O Estado Social nunca esteve em falência
O Estado Social e a corrup~ção socialista!
Re: O Estado Social e a corrup~ção socialista!
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Re: O Estado Social e a corrup~ção socialista!
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Re: O Estado Social nunca esteve em falência
Re: O Estado Social nunca esteve em falência
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Re: Com o PS o Estado social entrou em falência!
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Olhem para o presente!!!!!!
SEGURO MILAGREIRO
««« É possível e desejável consolidar as contas públicas conciliando crescimento económico com rigor orçamental. Este é o caminho alternativo à receita da austeridade a qualquer preço executada pelo atual Governo»»»

António José Seguro, Secretário- Geral do PS, e um berreiro à procura de uma ideia, afirmando que vai fazer uma coisa e o seu contrário esquecendo-se de revelar o nome do santo a que vai recorrer para que possamos agradecer o milagre.
Re: SEGURO MILAGREIRO
Re: SEGURO MILAGREIRO
Re: SEGURO MILAGREIRO
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Re: SEGURO MILAGREIRO
o toin zé
é só conversa da treta
Re: o toin zé
"Austeridade não pode destruir Estado social"
A especialidade do PS é encher os ouvidos com o Estado Social na Oposição e dar-lhe bicadas quando não mesmo machadadas, quando está no Poder.
Encerramento de Escolas, encerramento de Maternidades e Urgências, ... PECI, PECII, PECIII, assinar acordos com o FMI ou com as "troikas" e depois dizer que não foi por vontade própria.
Não! Isso chama-lhe racionalizar meios! Os outros querem acabar com o Estado Social.
Engana-me que eu gosto!
Mas continua a pregar, pois o António Costa ainda está ocupado com a Câmara de Lisboa e não vem já!

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A RECEITA TROIKA/GOVERNO PSD/CDS ...
- Transformar as funções sociais do Estado (saúde, educação, segurança social, etc.) em áreas de negócio lucrativas para os grupos económicos privados.

- Reduzir significativamente as remunerações dos trabalhadores.

Em lume brando ou em fogo rápido ... com mais ou menos sal ... com mais ou menos piripiri ... o cozinhado é esse ...
Re: A RECEITA TROIKA/GOVERNO PSD/CDS ...
Re: A RECEITA TROIKA/GOVERNO PSD/CDS ...
Re: A RECEITA TROIKA/GOVERNO PSD/CDS ...
Re: A RECEITA TROIKA/GOVERNO PSD/CDS ...
Re: A RECEITA TROIKA/GOVERNO PSD/CDS ...
Re: A RECEITA TROIKA/GOVERNO PSD/CDS ...
DESAVERGONHADO!!!
QUEM É QUE LEVOU O ESTADO SOCIAL À FALÊNCIA???

QUEM FEZ CONTRATOS RUINOSOS PARA O ESTADO???

QUEM É QUE EM PLENA CRISE EM 2007-2008 CONTRAÍU EMPRÉSTIMOS PARA OS PRÓXIMOS 30 ou 40 ANOS, QUE DIFICILMENTE PODEREMOS REEMBOLSAR??

QUEM É QUE NACIONALIZOU O BPN, OBRIGANDO OS CONTRIBUINTES A PAGAR O BURACO, EM VEZ DE MANDAR O CASO PARA OS TRIBUNAIS???
Re: DESAVERGONHADO!!!
Re: DESAVERGONHADO!!!
Re: DESAVERGONHADO!!!
Re: DESAVERGONHADO!!!
Re: DESAVERGONHADO!!!
Re: DESAVERGONHADO!!!
Re: DESAVERGONHADO!!!
Re: DESAVERGONHADO!!!
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Re: DESAVERGONHADO!!!
Re: DESAVERGONHADO!!!
Re: DESAVERGONHADO!!!
Re: DESAVERGONHADO!!!
Re: DESAVERGONHADO!!!
Com a autêntica catastrofe que está a acontecer
em muitos paises da Europa o Partido Socialista não pode continuar a ser uma alternância no poder mas criar uma alternativa ao actual sistema de ditadura dos mercados implementada por politicos ao serviço de interesses que nada tem a ver com os cidadãos, mas sim com interesses transnacionais que dominamm a actividade económica e os meios de comunicação social. São predadores implacáveis e as presas são os cidadãos incautos. Subtraiem às populações para adicionar à Banca, perante o silêncio e a passividade dos inocentes. E o que é mais preocupante não é a acção dos maus, mas o silêncio dos bons. Assiste-se ao desmantelamento, dissolução, desintegração e destruição das identidades nacionais das sociedades e da própria civilização únicamete por razões ideológicas ultra liberais. Assiste.se por outro lado ao definhamento da Cultura com o advento deste sistema. Está a ser corroida de forma larvar os fundamentos da Democracia, transformada em inimiga do povo e não como um poder dele emanado. Portanto é urgente resistir a este pensamento único que nos querem impôr. Embora a primeira condição para modificar a realidade consiste em conhecê-la, bem como às possiveis alternativas. Mas está a tornar-se dificil, dado o assalto que foi feito a alguns orgâos de comunicação social e à pouca qualidade de muitos politicos. Instalou-se em Prtugal uma estranha Democracia onde se reproduz a ideia de que uma minoria tem a vocação para receber tudo e as populações para pagar tudo. Até quando?

"OK TELESEGURO"
Nós já sabemos.....Parece que tu é que não sabes que não vais lá.
kácus
deixemo-nos de tretas
A carga fiscal é tão elevada que só por razões de evasão e fraude fiscal se pode falar em falência do estado social. Os falsos moralistas que andam para aqui a fazer o choradinho de que não há dinheiro para nada provavelmente são os primeiros a fugir aos impostos assim que têm oportunidade.
São biliões e biliões em offshores em todo o mundo que nunca passam pelo crivo do fisco. Algum desse dinheiro serve para pagar aos fazedores da opoinião pública para declararem o fim do estado social e o surgimento do estado regulador. Isto é, o estado deixa de proporcionar aos cidadãos os serviços essenciais que estes pagam com os seus impostos, para que os insaciáveis possam explorar esses mesmos serviços na senda do lucro fácil. E os parvos e os espertalhões pegam na falácia e repetem-na até à exaustão, como beatos sem questionar o dogma. Entretanto, acaba o estado social, mas a carga fiscal não diminui,antes pelo contrário, sob o pretexto do pagamento das dívidas acumuladas. Os capitalistas hão de continuar a fugir ao fisco e os trabalhadores por conta de outrém a pagar por serviços que deixaram de existir. Mais, pagam duplamente, porque esses serviços passam a ser explorados pelos primeiros. Tanto pior para o contrato social.
Re: deixemo-nos de tretas
Re: deixemo-nos de tretas
Re: deixemo-nos de tretas
Uma agenda de efabulações
Qualquer político que se preze, necessita de uma agenda. Que, como se sabe, é um caderno de apontamentos com o formato da algibeira que fica no rabo das calças. Daí a descoberta do enigma da conhecida interrogação: “o que tem o rabo a ver com as calças?” -, pois, sabe-se agora, servem de anteparo à agenda.

Na dita agenda, apontam-se todos os nossos pensamentos; podendo também, apontar-se os pensamentos dos outros.

No caso presente, vamos debruçar-nos sobre a agenda de Seguro, em que, como tópicos, constam o Estado social e o crescimento. Não exatamente por esta ordem. Efabulações importantíssimas, consideradas mesmo:“desparadoxos”

Que fazem lembrar a história do cão muito magrinho, em que alguém conclui: “este cão não come” –, com resposta imediata do dono: “come, e muito. Eu que não lhe dou”

Prova que podemos ter o Estado Social, mesmo sem dinheiro para o pagar, tornando o “crescimento” uma garantia. Claro que me refiro ao crescimento da dívida.

Daí que estes encontros do PS, tenham efeito semelhante às idas à IURD: tudo continua na mesma, mas sai-se mais confortado. Claro que implica o pagamento do dízimo – uma corrupção Divina muito em voga – o que em política é o equivalente ao “haja paciência”

A diferença entre o PS e o "resto-do-mundo" político, já não é tanto ideológica, mas de humores. No PS de Seguro há a alegria de um buraco todo iluminado… só falta explicar quem paga a eletricidade

Re: Uma agenda de efabulações
!
O estado social faz-se com recursos próprios e não com palavras e com empréstimos. Para haver estado social não podem alguns ter duas e três reformas e ainda estarem no activo. Para haver estado social tem de hver desenvolvimento na agricultura, nas pescas e na indústria. Para haver estado social não pode haver o desemprego que existe e tanta gente a mamar do mesmo. Para haver estado social não pode o estado fazer negócios ruinosos com PPP que foi o que aconteceu nos tempos dos outros da mesma seita do seguro. Para haver estado social não podem as pessoas estar sobrecarregadas de impostos e a tentar fugir de qualquer maneira por não estarem dispostas a sustentar mandriões, chupistas e vigaristas. Para haver estado social tem que haver justiça social. Arre pôrra que é demais. Este Tó Zé Acusa não aprende nada. Só tem aprendido a traficar influências, desde que começou na jotinha do partido, e a vender jogo branco..
QUEREM LÁ OS POLITICOS SABER DISSO!
Eles têm reformas principescas ( várias ), assistência médica em Clinicas Privadas pagas por nós!
mais vale cair em graça do que ser engraçado
Acho que a maioria das pessoas é extremamente injusta com Seguro. No fim de contas, tomou conta do PS depois do descalabro Sócrates e ao princípio tentou dar uma imagem de coesão interna para o exterior. No entanto, o governo aproveitou esse facto para esticar a corda até ao ponto de ela rebentar.
Quanto às suas propostas, não vejo por que desdenhá-las. As do governo já deram provas que não funcionam, porém as pessoas preferem criticar Seguro mesmo antes de pôr as suas ideias em prática.
A questão fundamental é a fixação pela imagem do líder carismático e determinado, coisa que Seguro claramente não tem. No entanto, essa é a imagem de Sócrates e Passos Coelho e o resultado está à vista. Quanto ao último, até Lobo Xavier na quadratura do círculo já o considera como o elo mais fraco do governo, a par de Relvas.
Portanto, se estes são os líderes carismáticos que temos, tragam um que o não seja.
Tudo o resto é mera propaganda e preconceito, nada mais.
OPOSIÇÃO À MEDIDA
De um fraco desempenho deste suposto socialista. Não fosse a fidelidade ao partido de um ainda considerável número de simpatizantes e filiados e o ps veria a sua percentagem de apoio na ordem dos 3 a 4%. Enquanto o ps assim estiver, estamos mal, porque o governo continua a mandar sem se preocupar muito. seguro vai mandando umas bocas foleiras de vez em quando, agita por aí meia dúzia de maria-vai-com-as-outras e nada mais do que isto. Portugal, politicamente bateu no fundo, bateu no fundo economicamente, sem proveniência de riqueza, porque guterres ao seu estilo de nada fazer, criou o sentimento de que em Portugal eram todos ricos e ninguém precisava de trabalhar. foram 6 anos de completa loucura, desleixo económico e depois veio o que todos sabemos: um bando de abutres, sócrates&Cª. agora, resta aos que querem, trabalhar e erguer o que esta gente destruiu. por outro lado, existem os bandidos que nada querem fazer, ao ponto de uma empresa necessitar de 250 trabalhadores, fazer a oferta nos centros de emprego e não haver 1 único inscrito solução: importar 250 africanos. sabem do que se trata: obras do data center da Covilhã. seguro gosta disto, impulsiona os vadios, exatamente como o seu antecessor. esta é agora, há 7 anos a política do ps. veremos se a memória do povo não se apaga e se vão recordando as atrocidades que esta gente fez e está a fazer. O atual governo, rouba por onde pode e os que não podem fugir aos impostos, todos os trabalhadores lá vão sustentando vadios.
Re: OPOSIÇÃO À MEDIDA
Contadores de estórias
Façamos um exercicio de memória e recuemos a 1995.
Agora vejamos a politica de Estado Social, tão apregoada por este líder da oposição, que os sucessivos governos PS seguiram:
-atribuir subsidios!!
Não é com a atribuição de subsidios, subsidios em cima de subsidios, que se combate a desigualdade e a exclusão social!
Eu faço só uma pergunta, porque se investiu, por ex., no anterior governo, com a parpublica numa simples escola do interior alentejano, 14 milhões de euros (sabendo-se da enorme taxa de natalidade portuguesa, e em especial no alentejo) e não se reconduziu grande parte desse avultado montante para IPSS ou Centros de Apoio a Idosos, nas mesmas localidades, porque esses sim, depois de anos a fio a trabalharem, não dispoem de estruturas suficientes para os acolher e dar-lhes o devido reconhecimento social??
O estado social do PS é estourar dinheiro desta forma em vez de o aplicar de forma criteriosa?
é politica de estado social encerrar maternidades no interior alentejano e estourar dinheiro em escolas? Para quem são essas escolas? AH, pois, era para as NOvas Oportunidades...as minhas desculpas aos rosa...esqueci-me!
Re: Contadores de estórias
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Edição Diária 17.Abr.2014

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